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Redes internacionais compram crianças e forçam-nas a mendigar em Portugal

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Foto: Imagem de Aamir Mohd Khan por Pixabay

O Instituto de Apoio à Criança fala numa “realidade invisível” e apela à denúncia. Em declarações ao Jornal de Notícias (JN), o inspetor-chefe da PJ que lidera a brigada da Diretoria do Porto que investiga o tráfico de seres humanos, Sebastião Sousa, revela que as crianças são compradas aos pais por valores entre os mil e os dois mil euros nos países de origem.

Estas redes organizadas, sobretudo provenientes da Roménia e Bulgária, “perceberam que era mais fácil obter esmola se os pedintes fossem crianças e adolescentes grávidas ou com bebés de colo”, por isso há também muitos casos de casamentos forçados.

“As vítimas são angariadas pela sua vulnerabilidade”, acrescenta Marta Pereira, coordenadora nacional das respostas de assistência às vítimas de tráfico de seres humanos.

“Quando não conseguem são castigadas fisicamente, privadas da alimentação e postas a dormir fora de casa”, descreve Sebastião Sousa.

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