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Zoomarine responde à acusação de abuso de animais para entretenimento

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Foto: Facebook Zoomarine Algarve, Portugal

O Zoomarine emitiu um comunicado, nas redes sociais, onde afirma “garantir o bem-estar e a saúde dos animais sob o seu cuidado humano”, em resposta ao relatório da World Animal Protection.

A organização internacional de bem-estar animal colocou o Zoomarine entre os 12 zoológicos e parques que aconselha os turistas a evitar, apontando práticas nocivas para os animais.

Num comunicado hoje publicado, o Zoomarine salienta que “Ao contrário de apenas ideais, Zoos como o Zoomarine têm um contributo realmente efetivo, na conservação da natureza. Expoente máximo desse contributo foi, a criação do 1º Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas em Portugal (2002) em colaboração com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) cujo mais recente animal resgatado e reabilitado é a tartaruga de couro Quinas que já tem data marcada para voltar ao mar completa e totalmente reabilitada”.

O relatório da World Animal Protection — com a colaboração da Change For Animals Association — visou 12 jardins zoológicos e parques aquáticos, de nove países, considerando que estes espaços abusam dos animais para entretenimento.

No documento lê-se que os animais mantidos nestes sítios de diversão estão sob “sofrimento atroz”, referindo, entre outros, o caso do Zoomarine e dos espetáculos que promove, em que “os golfinhos são forçados a fazer acrobacias e a deixar que os treinadores façam surf em cima deles”.

“Em vez de atuações públicas para fins comerciais, estes locais deviam eliminar estas atrações nocivas e oferecer em vez delas atividades enriquecedoras para os golfinhos, sem contacto direto com os visitantes e sem truques circenses”, defende a organização.

Segundo o relatório, “muitos dos comportamentos apresentados como brincadeiras durante o espetáculo são na verdade manifestações de agressividade ou perturbação”. E chega mesmo a apelar aos turistas britânicos a “tomarem uma posição, não visitando nem apoiando estes locais”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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