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“Voos para lado nenhum” são a nova moda para voltar a viajar

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São “voos para lado nenhum” que esgotam rápido e a preços altos. Esta quinta-feira, 17 de setembro, foi revelado que um voo de sete horas da Qantas para lugar nenhum esgotou em 10 minutos.

Não é caso único e parece mesmo ser apenas o início de uma nova e crescente tendência, nascida para apaziguar o desejo de viagens — os voos que saem e regressam ao mesmo lugar, sem nunca parar.

Segundo a “CNN“, depois de meses a tentar contornar as restrições globais, algumas companhias viram a solução: voos para lugar nenhum, ou viagens aéreas que acontecem exclusivamente com o propósito da viagem, não com o do destino.

O mais incrível é que os viajantes aderiram em massa a esta moda do viver a viagem como a própria experiência de voo, da emoção da descolagem às vistas incomparáveis ​​da janela da cabine.

A tendência tem vindo a crescer e diz o “Washington Post ” que estes voos já ocorreram em Taiwan e no Japão, estando também previstos na companhia aérea nacional de Singapura.

A última e mais mediática adição à lista é um voo de sete horas da australiana Qantas, que sairá de Sydney a 10 de outubro e voltará no mesmo dia, sem paragens ao longo do caminho, cumprindo assim todas as restrições de viagens internacionais.

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Instagram anuncia alterações às suas políticas de nudez

Com a nova atualização, o conteúdo em que uma pessoa abraça ou simplesmente segura os seus seios será permitido.

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A rede social Instagram anunciou que vai atualizar a sua política de nudez, nomeadamente em relação às fotos de seios, em resposta a uma campanha de uma modelo de tamanho grande, que se queixou de discriminação.

A plataforma é regularmente acusada de excesso de pudor e, sobretudo, de falta de objetividade na aplicação das suas regras sobre a nudez.

As regras proíbem “grandes planos de nádegas totalmente expostas” e “mamilos de mulheres descobertos”, mas em vários casos a moderação removeu fotografias de mulheres nuas mostrando as suas formas e protuberâncias ou cobrindo os seus seios.

Estas regras tinham sido denunciadas numa campanha liderada pela supermodelo britânica Nyome Nicholas-Williams, entre outros, que promove a moda inclusiva.

“Esperemos que esta mudança de política acabe com a censura dos corpos negros e gordos”, disse a modelo, na sua conta de Instagram.

A porta-voz da rede social frisou que “ter o ´feedback` dos membros da comunidade ´+corpo positivo+`” ajudou o Instagram “a compreender as limitações desta política” e como poderia ser melhorada.

A iniciativa foi também elogiada pela DJ Leslie Barbara Butch, cuja foto de primeira página na revista francesa Télérama, sobre discriminação de pessoas com peso a mais, tinha sido censurada pela rede social.

“Esta regra finalmente caiu” e “estará realmente em vigor na quarta-feira”, a DJ numa publicação em língua francesa sobre o Instagram. Desafiando os seguidores a verificar se o funcionamento da rede social está em conformidade com as medidas anunciadas.

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