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Vírus: Caso suspeito no Porto deu negativo – DGS

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As análises ao homem internado no Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto, por suspeita de infeção com o novo Coronavírus (2019-nCoV), deram resultado negativo, informou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Em comunicado enviado à agência Lusa, a DGS informou que os resultados das análises ao sexto caso suspeito foram negativos.

O resultado do paciente internado no Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto, foi “negativo após realização de análises laboratoriais pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, com duas amostras biológicas negativas”, explicou a DGS.

Na segunda-feira foi conhecido o resultado das análises realizadas a uma outra paciente que estava internada no Hospital Curry Cabral. Também neste caso, as análises deram negativo.

Os dois pacientes tinham regressado da China, mas não tinham qualquer relação entre eles, segundo explicações dadas pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Até agora já foram validados seis casos suspeitos em Portugal, mas nenhum deu positivo.

Entretanto, estão em isolamento profilático no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, as 20 pessoas repatriadas da China há uma semana.

Deste grupo fazem parte 18 portugueses e duas brasileiras, que chegaram em 02 de fevereiro ao aeroporto militar de Figo Maduro, em Lisboa.

Todos estiveram na cidade chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei, epicentro do surto.

As pessoas infetadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que varia entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detetado.

Os sintomas associados à infeção são mais intensos do que os da gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, como falta de ar.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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