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Utentes e Câmara de Vila Franca de Xira exigem reabertura dos serviços da estação de Alhandra

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Linha comboio

O encerramento provisório das bilheteiras e da sala de espera da estação ferroviária de Alhandra, em Vila Franca de Xira, está a motivar o descontentamento da autarquia e dos utentes, que exigem a sua reabertura.

Os serviços da estação de Alhandra, que integra a Linha da Azambuja, estão encerrados desde junho, existindo na altura a informação de que seriam reabertos em setembro, depois das férias de verão.

Contudo, os utentes foram informados de que esses serviços iriam continuar encerrados, pelo menos, até outubro.

O funcionamento das bilheteiras é da responsabilidade da empresa CP – Comboios de Portugal (CP) e a sala de espera das Infraestruturas de Portugal (IP).

Esta situação, ainda que provisória, “deixa os utentes sem casas de banho ou de um sítio onde se abrigar, em caso de chuva, vento forte ou de frio”, segundo explicou à agência Lusa Joana Bonita, da Comissão de Utentes da Linha da Azambuja.

“Mais uma vez, os utentes são confrontados com esta situação, sendo que esta estação serve um número considerável de pessoas, não só de Alhandra, mas também de Arruda dos Vinhos, por exemplo”, apontou.

A indignação dos utentes é partilhada pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Franca, Alberto Mesquita (PS), que já solicitou uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Contactada pela Lusa, fonte da CP explicou que “no período de férias do verão, como tem acontecido em anos anteriores, a CP altera, provisoriamente, o horário de algumas bilheteiras”.

Fonte da IP não se quis comprometer com uma data para a reabertura da sala de espera da estação, mas admitiu que tal possa acontecer na mesma altura em que sejam reabertas as bilheteiras.

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Bolsonaro chama Greta Thunberg de “pirralha” após ativista defender causa indígena

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O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, chamou a ativista sueca Greta Thunberg de “pirralha”, após a ambientalista ter alertado para as lutas dos povos indígenas e mostrado preocupação com o assassinato de líderes nativos no Brasil.

Ao sair do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente do Brasil, Bolsonaro questionou a cobertura jornalística dada a Thunberg, de 16 anos, que no último domingo usou a rede social Twitter para partilhar informação sobre o assassinato de mais dois indígenas no estado brasileiro do Maranhão.

“A Greta já disse que os índios morreram porque estavam a defender a Amazónia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí. Pirralha”, declarou o chefe de Estado a jornalistas, em Brasília.

Bolsonaro referia-se às declarações da jovem no Twitter, em que afirmou que “os povos indígenas estão literalmente a ser assassinados por tentar proteger a floresta da desflorestação ilegal. Repetidamente. É vergonhoso que o mundo permaneça calado sobre isso”.

O comentário de Bolsonaro sobre a adolescente segue a mesma linha daqueles já efetuados pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que, em setembro, respondeu sarcasticamente a um vídeo da jovem ativista sobre sofrimento humano, morte de ecossistemas e iminente extinção em massa.

“Ela parece ser uma jovem menina muito feliz, que está a caminho de um futuro maravilhoso e brilhante. Muito bom ver isso”, ironizou Trump na ocasião.

Greta respondeu a Trump da mesma forma que retribuiu a Bolsonaro, colocando na sua biografia do Twitter as observações feitas pelo chefe de Estado.

Na manhã de sábado, dois membros da tribo Guajajara foram mortos a tiro e outros dois ficaram feridos numa estrada que corta uma reserva, no estado brasileiro do Maranhão.

As autoridades informaram que os disparos foram feitos por criminosos que estavam dentro de um veículo branco, mas não identificaram nenhum suspeito.

Foi também no Maranhão, há pouco mais de um mês, que ocorreu o assassinato de outro líder indígena, Paulo Paulino Guajajara, que atuava como guardião da floresta.

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