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Utentes e Câmara de Vila Franca de Xira exigem reabertura dos serviços da estação de Alhandra

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Linha comboio

O encerramento provisório das bilheteiras e da sala de espera da estação ferroviária de Alhandra, em Vila Franca de Xira, está a motivar o descontentamento da autarquia e dos utentes, que exigem a sua reabertura.

Os serviços da estação de Alhandra, que integra a Linha da Azambuja, estão encerrados desde junho, existindo na altura a informação de que seriam reabertos em setembro, depois das férias de verão.

Contudo, os utentes foram informados de que esses serviços iriam continuar encerrados, pelo menos, até outubro.

O funcionamento das bilheteiras é da responsabilidade da empresa CP – Comboios de Portugal (CP) e a sala de espera das Infraestruturas de Portugal (IP).

Esta situação, ainda que provisória, “deixa os utentes sem casas de banho ou de um sítio onde se abrigar, em caso de chuva, vento forte ou de frio”, segundo explicou à agência Lusa Joana Bonita, da Comissão de Utentes da Linha da Azambuja.

“Mais uma vez, os utentes são confrontados com esta situação, sendo que esta estação serve um número considerável de pessoas, não só de Alhandra, mas também de Arruda dos Vinhos, por exemplo”, apontou.

A indignação dos utentes é partilhada pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Franca, Alberto Mesquita (PS), que já solicitou uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Contactada pela Lusa, fonte da CP explicou que “no período de férias do verão, como tem acontecido em anos anteriores, a CP altera, provisoriamente, o horário de algumas bilheteiras”.

Fonte da IP não se quis comprometer com uma data para a reabertura da sala de espera da estação, mas admitiu que tal possa acontecer na mesma altura em que sejam reabertas as bilheteiras.

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Portugal regista mais três mortes e 157 casos de infeção por covid-19

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Portugal regista esta segunda-feira mais três mortes pela covid-19 e 157 novos casos de infeção.

Em 24 horas, o número de casos aumentou assim em 0,3%. No total, foram registados desde o início da pandemia 1759 óbitos e foram confirmados 52.825 casos.

Os dados divulgados no boletim epidemiológico diário desta segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS) apontam ainda que 99 novos casos (63%) foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo. Na mesma região, registaram-se as três vítimas mortais.

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