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Urgência pediátrica do Garcia de Orta encerra à noite a partir de segunda-feira

Reconhecendo que “não é uma solução ideal, porque é de contingência”, a governante considerou que a resposta encontrada é a que garante “mais segurança” para os utentes.

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O serviço de urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, em Almada, vai fechar à noite a partir de segunda-feira, disse hoje a ministra da Saúde, que prolongou o horário de duas unidades de saúde para colmatar este encerramento.

“Face às dificuldades para fazer a escala [de profissionais de saúde no Garcia de Orta], esta é a solução que, tecnicamente, foi estudada como a mais adequada e estável”, afirmou Marta Temido.

A ministra falava numa conferência de imprensa, no Ministério da Saúde, em Lisboa.

Na altura, explicou que vai ser alargamento o horário das unidades de saúde da Amora, no Seixal, e da Rainha Dona Leonor, em Almada, para dar resposta ao encerramento da urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, que se concretiza a partir de segunda-feira.

De acordo com a ministra, estas duas unidades de saúde vão passar a funcionar das 08:00 às 00:00, nos dias de semana, e das 10:00 às 22:00, no fim de semana.

Fora das horas de funcionamento destas duas unidades de saúde, os utentes devem utilizar a Linha Saúde 24, através do 808 24 24 24, para que, em caso de situações urgentes, os doentes sejam socorridos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que deve assegurar o encaminhamento para outros hospitais.

Na sexta-feira, a Comissão de Utentes do Seixal avançou que a urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, em Almada, no distrito de Setúbal, ia começar a encerrar todas as noites, a partir de segunda-feira e durante seis meses.

Nessa altura, a ministra da Saúde disse que o encerramento todas as noites da urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta, “é uma hipótese que está ainda em estudo”.

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A gripe já fez triplicar idas aos hospitais e centros de saúde

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Hospital Saúde Médico

A corrida aos serviços de saúde está a ocorrer mais cedo do que no ano passado, sobretudo no norte do país.

Na primeira semana de dezembro, houve 1572 atendimentos nos cuidados primários por síndrome gripal face a 538 registados na mesma semana de 2018.

Nos hospitais, na última semana de novembro (últimos dados disponíveis), a procura dos serviços de urgência por síndrome gripal mais do que triplicou (103 episódios em 2018 para 358 em 2019), revela a monitorização da gripe da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

A região já tem mais de 60 centros de saúde com horário alargado à noite e aos fins de semana para responder à afluência crescente.

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