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Um em cada seis portugueses com mais de 50 anos vive com insegurança alimentar

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Um em cada seis adultos portugueses com mais de 50 anos vive num agregado familiar com insegurança alimentar, avança um estudo realizado por investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto.

Em declarações à agência Lusa, a investigadora Isabel Maia explicou que o estudo, publicado na revista Food and Nutrition Bulletin, visava compreender a “prevalência e os determinantes” da insegurança alimentar, assim como “as suas consequências”.

A insegurança alimentar pode descrever-se como o “acesso limitado” ou “incerto”, devido a restrições económicas, a alimentos nutricionalmente adequados para uma alimentação saudável e diária.

Segundo a investigadora, este estudo permitiu concluir, com base numa “série de questões”, que 16,6% dos indivíduos pertenciam a um agregado familiar em que existia insegurança alimentar.

Além desta prevalência, os investigadores também analisaram quais as “características sociodemográficas” que mais se associavam ou estavam relacionadas com a insegurança alimentar.

“Aquilo que nós verificámos foi que as mulheres, os indivíduos que tinham menor escolaridade, os que não eram casados, os indivíduos que tinham uma perceção do rendimento do agregado familiar como insuficiente e aqueles com profissões menos qualificadas apresentavam maior risco de insegurança alimentar”, salientou.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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