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Um em cada dez funcionários escolares está de baixa médica

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A conclusão consta de um inquérito da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), que entre os dias 14 e 20 de fevereiro, ouviu assistentes operacionais (AO) e assistentes técnicos (AT) de “25% escolas do continente”

Dos 7.301 assistentes operacionais colocados naquelas escolas, 702 estavam “incapacitados para desempenhar as suas funções”, lê-se no inquérito.

Segundo explicou à Lusa o presidente da associação, Filinto Lima, 83% dos diretores escolares queixa-se da falta de trabalhadores e, segundo contas da ANDAEP, seriam precisos quase mais quatro mil para as escolas funcionarem normalmente.

O relatório aponta como principais razões para a escassez de assistentes operacionais as baixas médicas de longa duração mas também a idade avançada de alguns trabalhadores.

As escolas deparam-se ainda com funcionários com relatórios médicos que definem que têm de desempenhar serviços moderados, licenças sem vencimento e trabalhadores em meia jornada.

O problema estende-se também aos assistentes técnicos, ou seja, aos funcionários que trabalham nas secretarias.

Dos 1.829 funcionários que as escolas deveriam ter, estavam colocados apenas 1.691, sendo que destes havia 168 assistentes que estavam incapacitados para desempenhar as suas funções (cerca de 10% do total).

Atualidade

Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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