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Turista portuguesa hospitalizada após férias na República Dominicana já teve alta

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A mulher de 42 anos, internada nos cuidados intensivos do Hospital de Braga, depois de ter estado de férias na República Dominicana, já teve alta.

A turista portuguesa apresentava os mesmos sintomas dos 11 turistas norte-americanos que já morreram naquele país este ano.

A mulher, de Vila Nova de Famalicão, tinha viajado com o marido para a República Dominicana. Poucos dias após chegar à ilha das Caraíbas começou a sentir-se mal e, quando chegou esta semana a Portugal, estava ainda mais debilitada.

Inicialmente, segundo fonte familiar, “os sintomas eram semelhantes a uma gastroenterite, a que se juntava muita falta de ar”. Mas quando começou a ter dores musculares e a ficar com o corpo inchado, essa hipótese foi afastada.

Esta inflamação do músculo do coração pode ser provocada por uma infeção viral. No entanto, tendo por base os casos norte-americanos sucedidos naquele país, as suspeitas iniciais recaíram sobre o consumo de bebidas alcoólicas contrafeitas nos bares dos hotéis.

O gelo usado nas bebidas, que pode estar a ser feito com água não tratada, passou a ser outra hipótese para a causa destes sintomas.

Em junho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chegou a alertar os portugueses que pretendessem deslocar-se para este país que tivessem cuidado com a ingestão de bebidas e que optassem sempre por água engarrafada.

Segundo a revista Times, entre janeiro e junho deste ano morreram 11 turistas naturais dos Estados Unidos na República Dominicana. Desses, pelo menos sete morreram depois de apresentarem sintomas semelhantes aos verificados na turista portuguesa.

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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