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Turista portuguesa hospitalizada após férias na República Dominicana já teve alta

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A mulher de 42 anos, internada nos cuidados intensivos do Hospital de Braga, depois de ter estado de férias na República Dominicana, já teve alta.

A turista portuguesa apresentava os mesmos sintomas dos 11 turistas norte-americanos que já morreram naquele país este ano.

A mulher, de Vila Nova de Famalicão, tinha viajado com o marido para a República Dominicana. Poucos dias após chegar à ilha das Caraíbas começou a sentir-se mal e, quando chegou esta semana a Portugal, estava ainda mais debilitada.

Inicialmente, segundo fonte familiar, “os sintomas eram semelhantes a uma gastroenterite, a que se juntava muita falta de ar”. Mas quando começou a ter dores musculares e a ficar com o corpo inchado, essa hipótese foi afastada.

Esta inflamação do músculo do coração pode ser provocada por uma infeção viral. No entanto, tendo por base os casos norte-americanos sucedidos naquele país, as suspeitas iniciais recaíram sobre o consumo de bebidas alcoólicas contrafeitas nos bares dos hotéis.

O gelo usado nas bebidas, que pode estar a ser feito com água não tratada, passou a ser outra hipótese para a causa destes sintomas.

Em junho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chegou a alertar os portugueses que pretendessem deslocar-se para este país que tivessem cuidado com a ingestão de bebidas e que optassem sempre por água engarrafada.

Segundo a revista Times, entre janeiro e junho deste ano morreram 11 turistas naturais dos Estados Unidos na República Dominicana. Desses, pelo menos sete morreram depois de apresentarem sintomas semelhantes aos verificados na turista portuguesa.

Atualidade

Taxa de transmissibilidade da covid-19 subiu para acima de um

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A taxa de transmissibilidade (RT) da covid-19 em Portugal subiu nos últimos dias, situando-se acima de um (1), afirmou hoje a ministra da Saúde.

Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, Marta Temido afirmou que, entre 05 e 09 deste mês, o índice de transmissão da doença, foi estimado em 1,04, o que mostra “uma ligeira tendência de crescimento”.

Entre os dias 03 e 07 de agosto, a taxa de transmissibilidade (número médio de casos secundários que resultam de um caso infetado) estava nos 0,99.

“Estes resultados aconselham uma atitude de precaução e manutenção do esforço consistente de todos, face aquilo que é a evolução do contexto internacional”, acrescentou.

Portugal regista hoje mais dois mortos por covid-19, que ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, e 235 novos casos de infeção em relação a quinta-feira, num total de 53.783 casos confirmados e 1.772 mortes.

Em termos percentuais, a taxa de mortalidade em Portugal por covid-19 situa-se nos 3,3%.

A ministra disse ainda que o número de pessoas que estão a recuperar em casa se mantém estável, situando-se nos 22,8% e que o número de doentes hospitalizados por covid-19 representa 0,7% dos infetados.

A taxa de incidência para os últimos sete dias fixa-se nos 13,9 casos por 100 mil e em relação aos últimos 14 dias situa-se nos 26,4 novos casos por 100 mil habitantes.

Marta Temido avançou também que o boletim epidemiológico passa a ter novo formato a partir de segunda-feira, dizendo que se pretende que seja de “mais fácil leitura”.

A ministra terminou a parte introdutória da conferência de imprensa a congratular-se com o facto de não haver utentes com covid-19 na Rede de Cuidados Continuados Integrados, equipamentos ao dispor de doentes em reabilitação e recuperação, dizendo que foi fruto de um “esforço intenso das equipas”.

Portugal regista hoje mais duas mortes por covid-19 e 235 novos casos de infeção em relação a quinta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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