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Turista portuguesa hospitalizada após férias na República Dominicana já teve alta

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A mulher de 42 anos, internada nos cuidados intensivos do Hospital de Braga, depois de ter estado de férias na República Dominicana, já teve alta.

A turista portuguesa apresentava os mesmos sintomas dos 11 turistas norte-americanos que já morreram naquele país este ano.

A mulher, de Vila Nova de Famalicão, tinha viajado com o marido para a República Dominicana. Poucos dias após chegar à ilha das Caraíbas começou a sentir-se mal e, quando chegou esta semana a Portugal, estava ainda mais debilitada.

Inicialmente, segundo fonte familiar, “os sintomas eram semelhantes a uma gastroenterite, a que se juntava muita falta de ar”. Mas quando começou a ter dores musculares e a ficar com o corpo inchado, essa hipótese foi afastada.

Esta inflamação do músculo do coração pode ser provocada por uma infeção viral. No entanto, tendo por base os casos norte-americanos sucedidos naquele país, as suspeitas iniciais recaíram sobre o consumo de bebidas alcoólicas contrafeitas nos bares dos hotéis.

O gelo usado nas bebidas, que pode estar a ser feito com água não tratada, passou a ser outra hipótese para a causa destes sintomas.

Em junho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chegou a alertar os portugueses que pretendessem deslocar-se para este país que tivessem cuidado com a ingestão de bebidas e que optassem sempre por água engarrafada.

Segundo a revista Times, entre janeiro e junho deste ano morreram 11 turistas naturais dos Estados Unidos na República Dominicana. Desses, pelo menos sete morreram depois de apresentarem sintomas semelhantes aos verificados na turista portuguesa.

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Mais vagas para crianças do pré-escolar no próximo ano letivo

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No próximo ano letivo vão abrir mais 2.200 vagas para crianças do ensino pré-escolar, anunciou o Ministério da Educação, que garante existirem lugares suficientes para a procura, mas nem sempre nos locais pretendidos pelas famílias.

“Para o ano letivo 2020/2021 perspetiva-se a abertura de 88 novas salas na rede pública da educação pré-escolar”, o que representa mais 2.200 vagas para as crianças a partir dos 3 anos, segundo números avançados hoje pelo Ministério da Educação (ME), no dia em que reabriram os estabelecimentos de ensino pré-escolar, depois de dois meses e meio de portas encerradas devido à pandemia de covid-19.

No passado ano letivo abriram 53 novas salas, o que permitiu uma oferta de 1.400 vagas, das quais foram preenchidas 1.325.

O ensino pré-escolar não é de frequência obrigatória, mas o Governo tem apostado na sensibilização das famílias para que inscrevam as crianças, uma vez que reduz o insucesso escolar e a taxa de abandono escolar precoce.

 

Lusa

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