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Atualidade

TST reduz horários e suprime carreiras

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A empresa Transportes Sul do Tejo alterou os horários de 28 carreiras de autocarros, o percurso de uma e acabou com quatro carreiras, duas das quais ligavam Lisboa à margem sul, de acordo com o JN desta segunda-feira.

A TST publicou um comunicado na sua página, sem data, a informar de que a partir desta segunda-feira entram em vigor os novos horários do seu serviço. As alterações significam o fim de quatro carreiras e o corte no serviço de outras, num total de 28 carreiras cujo horário é modificado.

A partir de segunda-feira as carreiras 168 (Lisboa – Torre da Marinha) e 260 (Praça de Espanha – Sesimbra) deixam de existir, tal como a ligação 101A (Cacilhas – Cristo Rei) e 583 (Cacilhas – Setúbal).

As carreiras 101, 107, 120, 133, 160, 162, 169, 176, 191, 203, 207, 211, 222, 223, 228, 229, 240, 243, 317, 318, 333, 431, 432, 435, 437, 453, 454 e 565 sofrem alterações de horário.

A TST não explicou os motivos que levaram à diminuição da oferta de transportes públicos, escreve o JN.

Atualidade

Presidente brasileiro tem Covid-19

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O Presidente do Brasil, disse hoje que está infetado com o novo coronavírus, um dia depois de relatar sintomas e realizar um teste num hospital Militar, em Brasília.

Numa comunicação via Facebook, Bolsonaro confirmou o resultado positivo do teste e adiantou que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”.

O Presidente já havia informado a apoiantes que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,62 milhões de casos e 65.487 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

Lusa

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