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Trump ordenou ataques contra o Irão mas acabou por recuar

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O presidente dos Estados Unidos ordenou ataques militares contra o Irão, mas acabou por cancelar apenas horas antes do seu início.

A operação foi ordenada depois do Irão ter abatido um drone norte-americano não tripulado e de vigilância.

A notícia foi avançada pelo New York Times, que cita uma fonte anónima do Governo norte-americano, segundo avança a Associated Press esta sexta-feira, 21 de junho.

Donald Trump foi questionado na quinta-feira se planeava ordenar um ataque contra o Irão: “Em breve vão descobrir”, respondeu.

Os ataques foram recomendados pelo Pentágono e estavam entre as várias opções apresentadas a vários membros seniores da administração Trump.

A operação foi cancelada por volta das 19:30 em Washington, 00:30 em Lisboa. O cancelamento teve lugar depois de Donald Trump ter passado o dia de quinta-feira a discutir a estratégia para o Irão com os seus conselheiros para a defesa e líderes do Congresso.

Sobre o abatimento do drone, Donald Trump disse anteriormente: “O Irão cometeu um grande erro”, escreveu nas redes sociais.

O Irão garante que o drone violou espaço aéreo do país, com Washington a insistir que o drone encontrava-se em águas internacionais.

Recorde-se que Donald Trump rasgou o acordo alcançado entre os Estados Unidos, na altura liderados por Barack Obama, e o Irão, com o objetivo de reduzir o programa nuclear iraniano, em troca do alívio de sanções.

Atualidade

Bolsonaro chama Greta Thunberg de “pirralha” após ativista defender causa indígena

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O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, chamou a ativista sueca Greta Thunberg de “pirralha”, após a ambientalista ter alertado para as lutas dos povos indígenas e mostrado preocupação com o assassinato de líderes nativos no Brasil.

Ao sair do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente do Brasil, Bolsonaro questionou a cobertura jornalística dada a Thunberg, de 16 anos, que no último domingo usou a rede social Twitter para partilhar informação sobre o assassinato de mais dois indígenas no estado brasileiro do Maranhão.

“A Greta já disse que os índios morreram porque estavam a defender a Amazónia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí. Pirralha”, declarou o chefe de Estado a jornalistas, em Brasília.

Bolsonaro referia-se às declarações da jovem no Twitter, em que afirmou que “os povos indígenas estão literalmente a ser assassinados por tentar proteger a floresta da desflorestação ilegal. Repetidamente. É vergonhoso que o mundo permaneça calado sobre isso”.

O comentário de Bolsonaro sobre a adolescente segue a mesma linha daqueles já efetuados pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que, em setembro, respondeu sarcasticamente a um vídeo da jovem ativista sobre sofrimento humano, morte de ecossistemas e iminente extinção em massa.

“Ela parece ser uma jovem menina muito feliz, que está a caminho de um futuro maravilhoso e brilhante. Muito bom ver isso”, ironizou Trump na ocasião.

Greta respondeu a Trump da mesma forma que retribuiu a Bolsonaro, colocando na sua biografia do Twitter as observações feitas pelo chefe de Estado.

Na manhã de sábado, dois membros da tribo Guajajara foram mortos a tiro e outros dois ficaram feridos numa estrada que corta uma reserva, no estado brasileiro do Maranhão.

As autoridades informaram que os disparos foram feitos por criminosos que estavam dentro de um veículo branco, mas não identificaram nenhum suspeito.

Foi também no Maranhão, há pouco mais de um mês, que ocorreu o assassinato de outro líder indígena, Paulo Paulino Guajajara, que atuava como guardião da floresta.

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