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Tribunal condena Ricardo Salgado a pagar 3,7 milhões

Para o Tribunal da Relação, a conduta de Ricardo Salgado é reveladora de uma “pronunciada irresponsabilidade social”.

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Justiça

O Tribunal da Relação de Lisboa condenou Ricardo Salgado e Amílcar Morais Pires pela comercialização de dívida do grupo Espírito Santo (GES) aos balcões do Banco Espírito Santo (BES), escreveu o jornal ‘Expresso’ esta quarta-feira.

Ricardo Salgado vai ter de pagar coimas no valor de 3,7 milhões de euros, enquanto Morais Pires vai pagar 350 mil euros.

Os gestores já tinham sido condenados a título doloso num processo prévio de contraordenação do Banco de Portugal, que foi o primeiro a ser concluído. Salgado e o seu braço-direito recorreram da decisão para o tribunal de Santarém, que acabou por confirmar a condenação da autoridade de supervisão.

Foi no Tribunal de Concorrência, Regulação e Supervisão que os administradores viram as coimas serem reduzidas de 4 milhões de euros para 3,7 milhões de euros, no caso de Ricardo Salgado, e de 600 mil euros para 350 mil euros, no caso de Amílcar Morais Pires.

Os banqueiros voltaram a recorrer da decisão de primeira instância, mas desta vez para o Tribunal da Relação, que confirmou a decisão do Tribunal de Santarém na semana passada. O acórdão assinado por Maria Leonor Botelho, Maria do Carmo Ferreira e Trigo Mesquita revela que estes foram “totalmente improcedentes”.

O acórdão da Relação tem 1.060 páginas e confirmou que a falsificação de contas foi ordenada pelo próprio Ricardo Salgado e que este colocou os seus interesses pessoais à frente da dos depositantes do BES. Segundo o Tribunal da Relação, as condutas do executivo são “reveladoras de uma pronunciada irresponsabilidade social”.

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Desfile de crianças para adoção no Brasil gera polémica

O evento é organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, num centro comercial de Cuiabá.

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Foto: Twitter Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso

Crianças e adolescentes aptos para adoção, dos quatro aos 17 anos e devidamente produzidos, desfilaram num evento organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, num centro comercial de Cuiabá, no Mato Grosso, mas a ação está a gerar polémica.

Segundo avança a imprensa brasileira, os jovens desfilaram para os eventuais pais adotivos.

O evento tem o nome “Adoção na Passarela” e já foi comparado por internautas a uma “feira de adoção” ou a uma “vitrine”, para além também de se referirem ao evento como um “desfile para animais de estimação”.

Em jeito de defesa, a presidente da Comissão de Infância e Juventude, Tatiana Ramalho, sublinhou, de acordo com o jornal Globo, que “o objetivo é dar visibilidade a essas crianças e a esses adolescentes que estão aptos para adoção”.

 

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