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Três feridos em despiste de autocarro que embateu contra edifício em Queluz

Ainda não são conhecidas as causas para o despiste do autocarro.

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Um autocarro, que transportava 12 pessoas, embateu esta sexta-feira, pelas 11:20, contra um edifício em Queluz, no concelho de Sintra, e provocou três feridos ligeiros, avançou à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Queluz.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa, a ocorrência “não é significativa”, indicando que para o local foram mobilizados 12 bombeiros e seis viaturas de emergência.

O edifício onde o autocarro embateu é o Complexo Desportivo do Real Sport Clube, indicou fonte dos Bombeiros Voluntários de Queluz, acrescentando que, dos 12 ocupantes do autocarro, “três sofreram ferimentos ligeiros”, pelo que foram assistidos no local e devem ser encaminhados para unidades hospitalares.

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UE pressiona Brasil a combater desflorestação

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A União Europeia (UE) vai continuar a exigir que o Brasil cumpra os seus compromissos de combate à desflorestação da floresta amazónica, mas rejeita banir a importação de carne bovina como retaliação, afirmou hoje a comissária do Comércio.

“Boicotar produtos não é, geralmente, uma boa ideia. E se um país disser que quer boicotar as [importações] de carne bovina brasileira, isso é contra as regras da Organização Mundial de Comércio [OMC] e não estamos autorizados a fazê-lo”, afirmou a comissária europeia Cecilia Malmström.

Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a responsável notou que “cabe aos consumidores decidir o que fazer”.

“Os consumidores compram e são muito poderosos, mas oficialmente termos um boicote não é uma boa ideia”, acrescentou Cecilia Malmström.

As declarações da comissária europeia do Comércio surgem depois de, recentemente, alguns países da UE – como França, Irlanda, Áustria e Luxemburgo – terem ameaçado bloquear o processo de ratificação do acordo de livre comércio entre a União e a Organização do Mercado Comum do Sul (Mercosul) se o Brasil não começar a cumprir as suas obrigações climáticas de proteção da Amazónia.

A desflorestação da floresta amazónica tornou-se mais evidente devido aos incêndios de grandes dimensões que afetaram a Amazónia em agosto passado, com os líderes mundiais, nomeadamente europeus, a exigirem ação por parte do Brasil.

Em Portugal, são quase 1.800 as empresas que exportam para a região do Mercosul, num total de 40 mil postos de trabalho abrangidos e de 2,5 mil milhões de euros gerados por estas trocas comerciais.

Para Cecilia Malmström, o acordo UE-Mercosul é, inclusive, uma forma de forçar o Brasil a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris de combate às alterações climáticas, firmado em 2015.

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