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Três feridos em acidente após perseguição policial no Porto

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Emergência Ambulância

Dois homens e uma mulher ficaram esta quinta-feira feridos na sequência de uma perseguição policial numa rua no Porto que culminou com o embate da viatura numa árvore na Praça da República.

Fonte da PSP do Porto explicou que uma viatura que circulava na Rua da Constituição, no centro do Porto, foi mandada parar esta madrugada, “por volta das 05:50”, por uma equipa de patrulha da PSP.

O veículo, que circulava com dois homens e uma mulher no seu interior, colocou-se em fuga depois de ter sido mandado parar pelas autoridades policiais e só parou quando embateu numa árvore na Praça da República, altura em que a PSP conseguiu intercetar os ocupantes da viatura.

Os dois homens e a mulher foram levados para uma unidade hospitalar da cidade após ter sido acionada a “assistência médica” e o condutor da viatura acabou detido, porque a viatura em que circulava tinha sido “furtada”, explicou a mesma fonte da PSP do Porto.

“O condutor está detido, porque, entretanto, tomámos conhecimento que a viatura foi furtada. O proprietário foi contactado para apresentar”, concluiu.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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