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Três feridos em acidente após perseguição policial no Porto

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Emergência Ambulância

Dois homens e uma mulher ficaram esta quinta-feira feridos na sequência de uma perseguição policial numa rua no Porto que culminou com o embate da viatura numa árvore na Praça da República.

Fonte da PSP do Porto explicou que uma viatura que circulava na Rua da Constituição, no centro do Porto, foi mandada parar esta madrugada, “por volta das 05:50”, por uma equipa de patrulha da PSP.

O veículo, que circulava com dois homens e uma mulher no seu interior, colocou-se em fuga depois de ter sido mandado parar pelas autoridades policiais e só parou quando embateu numa árvore na Praça da República, altura em que a PSP conseguiu intercetar os ocupantes da viatura.

Os dois homens e a mulher foram levados para uma unidade hospitalar da cidade após ter sido acionada a “assistência médica” e o condutor da viatura acabou detido, porque a viatura em que circulava tinha sido “furtada”, explicou a mesma fonte da PSP do Porto.

“O condutor está detido, porque, entretanto, tomámos conhecimento que a viatura foi furtada. O proprietário foi contactado para apresentar”, concluiu.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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