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Três feridos em acidente após perseguição policial no Porto

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Emergência Ambulância

Dois homens e uma mulher ficaram esta quinta-feira feridos na sequência de uma perseguição policial numa rua no Porto que culminou com o embate da viatura numa árvore na Praça da República.

Fonte da PSP do Porto explicou que uma viatura que circulava na Rua da Constituição, no centro do Porto, foi mandada parar esta madrugada, “por volta das 05:50”, por uma equipa de patrulha da PSP.

O veículo, que circulava com dois homens e uma mulher no seu interior, colocou-se em fuga depois de ter sido mandado parar pelas autoridades policiais e só parou quando embateu numa árvore na Praça da República, altura em que a PSP conseguiu intercetar os ocupantes da viatura.

Os dois homens e a mulher foram levados para uma unidade hospitalar da cidade após ter sido acionada a “assistência médica” e o condutor da viatura acabou detido, porque a viatura em que circulava tinha sido “furtada”, explicou a mesma fonte da PSP do Porto.

“O condutor está detido, porque, entretanto, tomámos conhecimento que a viatura foi furtada. O proprietário foi contactado para apresentar”, concluiu.

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Covid-19: Portugal pode atingir os mil casos diários na próxima semana – António Costa

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O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal está a acompanhar a tendência europeia de aumento de infetados com o novo coronavírus e que, se essa evolução se mantiver, poderá atingir os mil casos diários de covid-19 na próxima semana.

Esta posição foi transmitida por António Costa no final da reunião do gabinete de crise sobre a evolução da covid-19, em Portugal, em São Bento, que durou cerca de duas horas.

“A manter-se esta tendência, chegaremos aos mil novos casos por dia. Temos de travar esta tendência. Não podemos parar o país”, declarou o primeiro-ministro na conferência de imprensa.

Na sua declaração inicial, o líder executivo considerou que o país “está a sofrer um forte crescimento de novos casos diariamente” – uma trajetória que começou a registar-se em meados de agosto.

Por isso, de acordo com António Costa, “não se pode deixar que a pandemia continue a crescer”.

“Agora, não vamos poder voltar a parar o país, como aconteceu em março. Agora, o controlo da pandemia depende da responsabilidade pessoal de cada um de nós. Não podemos voltar a privar as crianças do acesso à escola, não podemos voltar a proibir as famílias de visitarem os seus entes queridos nos lares, não podemos separar as famílias no Natal como fizemos na Páscoa. Temos mesmo de travar a pandemia por nós próprios através da nossa responsabilidade pessoal”, frisou.

Já no período de perguntas dos jornalistas, o primeiro-ministro desdramatizou a atual situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), designadamente em termos de capacidade de resposta a doentes com covid-19.

“Felizmente, a pressão sobre o SNS mantém-se limitada. Aliás, os números de hoje revelam uma diminuição de internados, quer em cuidados intensivos, quer em internamentos gerais. Felizmente, não estamos numa situação em que não haja controlo no SNS. Mas os períodos de incubação são longos”, ressalvou.

Do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da covid-19, que se tinha reunido pela última vez em 29 de junho, fazem parte membros do Governo como os ministros de Estado da Economia, dos Negócios Estrangeiros – Augusto Santos Silva não esteve hoje presente e fez-se representar pelo secretário de Estado Eurico Brilhante Dias – da Presidência e das Finanças, bem como os titulares das pastas da Defesa Nacional, da Administração Interna, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, da Educação, da Saúde e das Infraestruturas e da Habitação.

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