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Transporte fluvial no Barreiro parado devido a greve dos Mestres

ATUALIZAÇÃO

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A greve dos mestres da Soflusa, pelo cumprimento da valorização salarial, está com uma adesão de 100%, levando à paralisação do transporte fluvial entre o Barreiro e Lisboa.

Os 18 mestres que se encontram no ativo (outros seis estão de baixa), aderiram hoje na totalidade ao primeiro dia de greve, que se estende até quarta-feira, pelo cumprimento do acordo estabelecido em 31 de maio, adiantou à Lusa Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais, Costeiros e da Marinha Mercante (STFCMM).

A adesão de 100% também foi confirmada numa nota escrita da empresa, enviada à Lusa, que frisou que “hoje serão prejudicados 32.000 passageiros que utilizam diariamente a ligação fluvial” entre o Barreiro e Lisboa.

Segundo um comunicado na sua página, os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral para os três dias de greve apenas incluem quatro carreiras (00:30 e 05:05 no Barreiro, no distrito de Setúbal, e 01:00 e 05:30, no Terreiro do Paço, em Lisboa).

“Desde 05:50 já saíram cerca de 12 autocarros com destino ao Terminal Fluvial do Seixal, a fim de ser utilizada esta alternativa de mobilidade”, informou a Soflusa.

Apesar desta situação, Carlos Costa, que se encontrava no terminal do Barreiro, afirmou que o ambiente mantém-se “calmo”. “Não há passageiros nenhuns, vem um ou outro para saber se há alguma ligação”, explicou.

Atualidade

Mais vagas para crianças do pré-escolar no próximo ano letivo

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No próximo ano letivo vão abrir mais 2.200 vagas para crianças do ensino pré-escolar, anunciou o Ministério da Educação, que garante existirem lugares suficientes para a procura, mas nem sempre nos locais pretendidos pelas famílias.

“Para o ano letivo 2020/2021 perspetiva-se a abertura de 88 novas salas na rede pública da educação pré-escolar”, o que representa mais 2.200 vagas para as crianças a partir dos 3 anos, segundo números avançados hoje pelo Ministério da Educação (ME), no dia em que reabriram os estabelecimentos de ensino pré-escolar, depois de dois meses e meio de portas encerradas devido à pandemia de covid-19.

No passado ano letivo abriram 53 novas salas, o que permitiu uma oferta de 1.400 vagas, das quais foram preenchidas 1.325.

O ensino pré-escolar não é de frequência obrigatória, mas o Governo tem apostado na sensibilização das famílias para que inscrevam as crianças, uma vez que reduz o insucesso escolar e a taxa de abandono escolar precoce.

 

Lusa

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