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Transexual brasileira é encontrada morta numa praia de Matosinhos após relatar ameaças em ‘live’

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Uma transexual brasileira (de Goiânia) foi encontrada morta numa praia de Matosinhos, ontem de tarde.

Angelita Seixas Alves Correia, de 31 anos, era ‘personal trainer’ e instrutora de dança. A irmã, Suzana Alves Alcântara, de 42 anos, disse que Angelita relatou, numa ‘live’, estar a sofrer ameaças, mas não deu detalhes. Estava desaparecida desde o dia 1 de janeiro.

Segundo o site G1, Suzana contou que a irmã se mudou para Portugal em 2016 e se casou lá em 2018. Morava na cidade de Matosinhos. No dia 1 de Janeiro saiu de casa e disse ao marido que ia até à casa de uma amiga.

“À noite, eu vi uma notificação no Instagram dela fazendo uma live. Ela disse que estava sendo ameaçada, mas que não tinha medo. A minha sobrinha chegou a ligar para ela depois e contou que a Angelita estava muito nervosa, olhando para os lados e pedindo para ligar para o marido dela”, contou ao G1.

Depois disso, a jovem não foi mais vista.

O marido, ao Jornal de Notícias, chegou a dizer que suspeitava que a mulher tinha sido sequestrada. Acrescentou que não acreditava na tese do suicídio. “Alguém lhe fez mal”, afirmou ao JN.

O corpo de Angelita foi encontrado por um surfista, que chamou a polícia. Junto, foram encontrados alguns objetos pessoais da vítima. A família entrou em contato com a polícia em Portugal, mas ainda não conseguiu obter informações sobre o caso.

Devido à pandemia de Covid-19, Suzana não sabe se vai conseguir viajar para Portugal.

O caso, porque envolve uma suspeita de crime, está agora sob a alçada do Ministério Público, com investigação a cargo da Polícia Judiciária.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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