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Trabalhadores públicos em Lisboa ganham mais 450 euros

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Os salários na região da grande Lisboa no setor público são superiores à média nacional, segundo dados da Segurança Social relativos a 2017, avançados pelo Jornal de Notícias esta terça-feira.

A remuneração média mensal no concelho de Lisboa atinge os 1.294 euros, mais 354 euros (37,6%) superior à média nacional de 940 euros.

Analisando o ganho médio mensal, que inclui subsídios e horas extra, o concelho de Lisboa supera em 448 euros (39%) a média nacional de 1.131 euros.

Sete dos dez municípios com piores salários ficam na região norte: Celorico de Basto, Penedono, Mondim de Basto, Resende, Vinhais, Lousada e Sernancelhe.

Dos 24 concelhos onde os ganhos estão acima da média nacional, metade ficam na área metropolitana de Lisboa.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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