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Trabalhadores das misericórdias protestam frente ao Ministério do Trabalho

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Os trabalhadores das misericórdias, hoje em greve, concentraram-se esta tarde em frente do Ministério do Trabalho, em Lisboa, para exigir aumentos salariais e o cumprimento dos horários de trabalho, num protesto apoiado pela CGTP.

Em declarações à agência Lusa, a secretária-geral da central sindical, Isabel Camarinha, afirmou que estes trabalhadores têm “salários de miséria” e deram tudo ao serviço dos utentes dos lares durante a atual pandemia de covid-19, sem que lhes tenham sido pagas horas extraordinárias por horários de 12, 13 e 14 horas, que tiveram de cumprir.

A generalidade destes trabalhadores, na maioria mulheres, aufere o salário mínimo nacional (635 euros). A CGTP defende um salário mínimo nacional de 850 euros no curto prazo, sublinhou Isabel Camarinha ao dirigir-se aos trabalhadores concentrados na Praça de Londres, em Lisboa.

“Não podemos aceitar que trabalhadoras com 20, 25 e 30 anos de serviço recebam o salário mínimo”, defenderam dirigentes sindicais presentes no encontro.

Questionada pela Lusa sobre a adesão à greve de hoje, Isabel Camarinha indicou que a paralisação registou “uma grande adesão em todo o país”, embora à hora da concentração em Lisboa ainda não tivesse dados precisos disponíveis.

Atualidade

Ex-SCUT com descontos para passageiros frequentes e transporte de passageiros

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Os passageiros particulares frequentes e os veículos de transporte de passageiros vão ter descontos na passagem pelas portagens das antigas SCUT a partir de 01 de janeiro, anunciou hoje o Governo.

De acordo com a ministra da Coesão territorial, Ana Abrunhosa, o Conselho de Ministros de hoje decidiu que os detentores de veículos de classe 1 e classe 2 que sejam passageiros frequentes das antigas vias sem custos para o utilizador (SCUT) apenas pagarão portagens nos sete primeiros dias de utilização num mês, que podem ser seguidos ou interpolados, tendo descontos de 25% nas passagens seguintes.

O objetivo destas medidas é cumprir o programa do Governo quanto à necessidade de reduzir os custos de contexto e aproximar as populações no âmbito da coesão territorial, e reduzir a sinistralidade, “uma vez que facilitam o uso de vias mais seguras”.

As vias incluídas nesta medida são a A22 (a Via do Infante, no Algarve), a A23 – Autoestrada da Beira Interior (quer a concessão da IP, quer a concessão da Beira Interior), a A24 – Autoestrada do Interior Norte, a A25 – Autoestrada das Beiras Litoral e Alta, a A28 – Autoestrada do Norte Litoral, a A4 (na subconcessão Transmontana e na concessão no troço do Túnel do Marão), a A13 e a A13-1 (conhecidas como subconcessões do Pinhal Interior).

 

Lusa

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