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Trabalhadores da hotelaria no Algarve fazem greve dia 1 de agosto

Segundo o sindicato, a iniciativa deve-se à “intransigência dos patrões” em alterar baixos salários, agravamento da precariedade e horários desregulados.

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O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve (STIHTRSA) marcou uma greve regional para esta quinta-feira, 1 de agosto, dia em que haverá também uma concentração em Faro.

A paralisação, que visa a melhoria de condições salariais, afetará os estabelecimentos de hotelaria, restauração e similares da região num dia que marca o início de férias para muitos turistas, nacionais e estrangeiros, alerta o sindicato.

De acordo com o sindicato, o recurso à greve deve-se à intransigência dos “patrões” que “recusam alterar a sua intenção de manter os baixos salários, agravar a precariedade, aumentar e desregular os horários, retirar o pagamento do trabalho suplementar, deixar de pagar o trabalho aos feriados, entre outros direitos que o patronato do sector quer retirar aos trabalhadores”.

Em comunicado, o STIHTRSA acrescenta que “não se pode aceitar que os trabalhadores sejam os únicos a não beneficiar dos excelentes resultados do turismo e, ao mesmo tempo, os patrões continuarem a querer diminuir e retirar direitos já consagrados”.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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