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Todos os distritos do continente continuam sob aviso amarelo devido ao frio

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Todos os distritos de Portugal continental mantêm-se hoje sob aviso amarelo devido aos valores baixos das temperaturas mínimas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que estendeu o aviso a oito até quinta-feira.

Todos os distritos do continente (18) vão continuar sob aviso amarelo até às 12:00 de hoje, dia em que as temperaturas mínimas vão variar entre os -5 graus Celsius (em Bragança) e os 02 (em Faro e Portalegre) e as máximas entre os 08 graus (na Guarda) e os 15 (em Faro).

O IPMA prolongou o aviso amarelo devido ao frio nos distritos de Braga, Porto, Aveiro, Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Évora e Beja até às 09:00 de quinta-feira.

O aviso amarelo é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O Instituto prevê para hoje no continente céu geralmente limpo, aumentando de nebulosidade no litoral da região Centro a partir do final da tarde e vento em geral fraco predominando do quadrante norte, soprando por vezes moderado nas terras altas a partir do final da tarde.

A previsão aponta ainda para neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, que nas regiões do interior pode ser nevoeiro gelado, formação de gelo ou geada, em especial na interior e pequena subida de temperatura, em especial da máxima.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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