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Tiananmen 30 anos depois

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Ainda que não estejam previstos eventos oficiais, para marcar os 30 anos sobre o massacre de Tiananmen, Pequim prepara-se para eventuais protestos na cidade, como acontece todos os anos nesta data.

Foi em junho de 1989, que mais de um milhão de manifestantes pró-democracia ocuparam a Praça Tiananmen e deram início à maior manifestação política na história da China comunista. Durou seis semanas, acabou por espalhar-se a outras cidades do país, e terminou com um massacre.

Os manifestantes exigiam mais liberdade, lutavam pela Democracia e pelo fim do regime a que chamaram de ditadura, queixavam-se da inflação, salários e preços da habitação.

A tensão foi crescendo e, na noite de três de junho para quatro de junho aconteceria uma tragédia. Tanques entravam pela Praça Tiananmen, e arredores, com as tropas a abrirem fogo sobre quem protestava, maioritariamente jovens, matando e ferindo muitas pessoas.

No dia seguinte, um só homem faria frente ao poder revoltado, e sem consequências. Uma imagem que marcaria este momento dramático da história.

Até hoje não se sabe, ao certo, quantas pessoas morreram. Não há números oficiais, mas estima-se que possa ter ultrapassado o milhar.

A China continuou o seu caminho de reformas económicas, tornando-se na potência mundial que é hoje. Mas o massacre de Tiananmen permanece desconhecido para as gerações mais novas.

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Em Portugal Continental não vai haver quarentena para turistas

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O primeiro-ministro assegurou hoje que em Portugal Continental não irão vigorar normas de quarentena para quem venha de fora do país, e disse estar tranquilo e “sem pressas” quanto à reabertura da fronteira terrestre com Espanha.

No final de um Conselho de Ministros de quase oito horas, que se reuniu para fazer o balanço das medidas da segunda fase de desconfinamento e tomar decisões relativamente à terceira fase, no âmbito da pandemia de covid-19, António Costa foi questionado se Portugal estava a negociar com algum país para que turistas possam entrar no país sem quarentena.

“Em Portugal Continental não vigorou, não vigora e nem pretendemos que venham a vigor normas de quarentena, têm sido única e exclusivamente adotadas pelas Regiões Autónomas, nunca o Governo da República as adotou e nunca as irá adotar”, afirmou.

Questionado se concorda com o anúncio feito pelo seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez, de que a fronteira terrestre não reabra antes de 15 de julho, o primeiro-ministro remeteu o tema para negociações bilaterais.

“Estamos totalmente tranquilos e sem pressas na reabertura da nossa fronteira, respeitamos integralmente a sua vontade de não proceder à reabertura antecipada de fronteiras”, afirmou.

António Costa salientou que esta fronteira terrestre se mantém aberta para transporte de mercadorias, trabalhadores transfronteiriços e para os emigrantes que pretendam atravessar a Espanha para vir a Portugal, recordando que França já assegurou que os portugueses não terão de cumprir quarentena no regresso de férias.

Lusa

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