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Tiananmen 30 anos depois

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Ainda que não estejam previstos eventos oficiais, para marcar os 30 anos sobre o massacre de Tiananmen, Pequim prepara-se para eventuais protestos na cidade, como acontece todos os anos nesta data.

Foi em junho de 1989, que mais de um milhão de manifestantes pró-democracia ocuparam a Praça Tiananmen e deram início à maior manifestação política na história da China comunista. Durou seis semanas, acabou por espalhar-se a outras cidades do país, e terminou com um massacre.

Os manifestantes exigiam mais liberdade, lutavam pela Democracia e pelo fim do regime a que chamaram de ditadura, queixavam-se da inflação, salários e preços da habitação.

A tensão foi crescendo e, na noite de três de junho para quatro de junho aconteceria uma tragédia. Tanques entravam pela Praça Tiananmen, e arredores, com as tropas a abrirem fogo sobre quem protestava, maioritariamente jovens, matando e ferindo muitas pessoas.

No dia seguinte, um só homem faria frente ao poder revoltado, e sem consequências. Uma imagem que marcaria este momento dramático da história.

Até hoje não se sabe, ao certo, quantas pessoas morreram. Não há números oficiais, mas estima-se que possa ter ultrapassado o milhar.

A China continuou o seu caminho de reformas económicas, tornando-se na potência mundial que é hoje. Mas o massacre de Tiananmen permanece desconhecido para as gerações mais novas.

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Odivelas: Incêndio perto da estação de metro

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Mais de uma centena de operacionais combatem um incêndio que deflagrou esta tarde numa zona de mato, na localidade do Senhor Roubado, em Odivelas.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa revelou À Lusa que o incêndio está a ocorrer perto da estação de metro da localidade, mas não interfere com a circulação na ferrovia.

Também não existem habitações em perigo.

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