Ligue-se a nós

Atualidade

Temperaturas mantêm-se acima dos 30ºC

Publicado

Os distritos de Leiria, Lisboa e Setúbal estão esta segunda-feira sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados das temperaturas máximas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o IPMA, as temperaturas máximas em Leiria vão chegar aos 34 graus Celsius, em Lisboa 35 e em Setúbal 36. O aviso amarelo vai estar em vigor até às 20h00 de hoje.

O IPMA colocou ainda sob aviso amarelo o distrito de Faro mas por causa da previsão de agitação marítima até às 12h00 de hoje.

Além dos distritos de Lisboa, Leiria e Setúbal, o IPMA prevê máximas de 36 graus para os distritos de Santarém e Setúbal, 35 para Beja, Braga e Castelo Branco 32, Portalegre e Coimbra 31 e Porto e Vila Real 30.

Os restantes distritos de Portugal continental estão abaixo dos 30 graus Celsius.

Queimadas estão proibídas

Por causa do tempo quente, o Governo assinou um despacho que proíbe a realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração entre sábado e terça-feira, nos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.

Esta decisão conjunta do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, surge na sequência das previsões meteorológicas que dão para o continente temperaturas superiores a 30 graus.

Atualidade

Farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira

Publicado

As farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira, das 15 horas às 15h23, para sensibilizar o Estado para o pagamento de serviços prestados gratuitamente, principalmente durante a pandemia da covid-19.

Nesse período a plataforma informática de dispensa das receitas eletrónicas ficará inativa, mas Manuela Pacheco, presidente da Associação de Farmácias de Portugal, garante que a paragem não vai comprometer a prestação de serviços aos utentes. Segundo a responsável, o objetivo é «sensibilizar» para a situação «de risco» das farmácias e reivindicar medidas que possam «garantir a sua sobrevivência».

Em declarações à Rádio Observador, Manuel Pacheco adiantou que as farmácias tiveram 12 mil processos de utentes que não podiam dirigir-se aos hospitais e que precisavam de medicação e, por isso, assumiram uma dívida de 76 milhões de euros para garantir acesso a medicamentos.

Continue a ler

Populares