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Temperatura sobe esta terça-feira. Termómetros vão chegar aos 34 graus

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê céu pouco nublado esta terça-feira e uma pequena subida da temperatura em todo o território continental. É ainda esperado vento temporariamente forte na faixa costeira ocidental e nas terras altas.

Em Lisboa, o céu vai estar pouco nublado ou limpo. É esperado vento fraco a moderado (até 30 km/h) de noroeste, soprando por vezes forte (até 40 km/h), em especial junto ao Cabo Raso e durante a tarde com rajadas até 60 km/h. A temperatura máxima vai chegar aos 29 graus e são separados 17 graus de temperatura mínima.

No Porto, o IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo e vento em geral fraco do quadrante norte, soprando
moderado (15 a 30 km/h) de noroeste durante a tarde. A temperatura vai variar entre os 23 graus de temperatura máxima e os 12 graus de mínima.

Esta terça-feira , o IPMA colocou treze concelhos dos distritos de Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Beja e Faro em risco máximo de incêndio.

A temperatura máxima vai variar entre os 34 graus, em Évora, e os 23 graus, em Aveiro e no Porto. A temperatura mínima vai oscilar entre os 21 graus, em Faro, e os 10 graus, na Guarda e Bragança.

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Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas por sistema de barragens do Tâmega

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A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, pagar novas habitações e desistir dos realojamentos em pré-fabricados em Ribeira de Pena, revelou hoje o presidente daquela autarquia.

João Noronha falava aos jornalistas no Porto, após uma reunião com representantes da Iberdrola, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e os autarcas de Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Cabeceiras de Basto, os outros municípios afetados pelo Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.

“Finalmente temos estes valores todos definidos e fixados. Vão ser pagos 950 euros por metro quadrado [de cada casa afetada], o que vai acrescentar um valor significativo às pessoas afetadas, nomeadamente as que já tinham sido indemnizadas. Acreditamos que, em finais de janeiro, as pessoas vão receber os correspondentes cheques”, afirmou o autarca de Ribeira de Pena, João Noronha, como porta-voz dos outros presidentes de câmara.

Para além de subir o valor das indemnizações pelos imóveis afetados, a Iberdrola vai ainda suportar a construção de novas habitações, em terrenos cedidos pelos municípios, e o valor do arrendamento temporário, até que as novas casas estejam concluídas, garantiu João Noronha.

Com isto, resolveu-se também a questão dos contentores instalados em Ribeira de Pena, que vão ser desmontados, passando seis famílias a ficar em casas alugadas.

Em alternativa, explicou o autarca, a Iberdrola vai pagar a renda dos realojamentos “em habitações condignas”, pelo tempo que cada família levar a “fazer a sua nova casa”.

Ainda no caso de Ribeira de Pena, o autarca esclareceu que serão 14 as casas novas e que os restantes casos “estão resolvidos”.

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