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Tancos: CDS acusa António Costa de falsas declarações

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O CDS-PP conclui que o primeiro-ministro fez declarações que “não correspondem à verdade” no caso do furto de material militar dos paióis de Tancos e acusa o ex-ministro Azeredo Lopes de omitir factos ao parlamento.

Estas são duas conclusões que constam nas propostas de alteração do CDS ao relatório final do inquérito parlamentar ao furto em Tancos, em junho de 2017, a que a Lusa teve hoje acesso, a uma semana da discussão do documento pelos deputados da comissão, prevista para 18 de junho.

Os centristas propõem agora que uma das conclusões seja que “as declarações prestadas publicamente pelo primeiro-ministro”, em 26 de outubro de 2018, que “alegavam o desconhecimento dos documentos entregues pelo diretor-geral da PJM [Polícia Judiciária Militar] ao chefe de gabinete do então ministro da Defesa Nacional”, e que apontavam para uma alegada encenação e encobrimento na recuperação do material, “não correspondem à verdade”.

Alegam os centristas que António Costa “teve conhecimento do conteúdo dos documentos” em 12 de outubro desse ano.

O deputado centrista Telmo Correia argumentou que o primeiro-ministro “soube e depois de saber continuou a tentar omitir o facto”, numa referência a declarações de António Costa aos jornalistas em 26 de outubro de 2018 de que não teve conhecimento do memorando, ou documento apócrifo, sobre a recuperação do material militar.

O furto de material de guerra foi divulgado pelo Exército em 29 de junho de 2017. Quatro meses depois, a PJM revelou o aparecimento do material furtado, na região da Chamusca, a 20 quilómetros de Tancos, em colaboração com elementos do núcleo de investigação criminal da GNR de Loulé.

Entre o material furtado estavam granadas, incluindo antitanque, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições.

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Bombeiro ferido no combate a incêndio na A3 em Famalicão

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Emergência Ambulância

Um bombeiro sofreu esta sexta-feira ferimentos ligeiros quando combatia um incêndio que começou numa pesado de mercadorias na Autoestrada 3 (A3) e se propagou a uma área florestal em Vila Nova de Famalicão.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga, o bombeiro foi conduzido ao Hospital de Famalicão.

Um camião que seguia na A3 no sentido Porto-Braga, sem transportar qualquer carga, incendiou pelas 10:00, em Famalicão, e acabou por incendiar também uma área florestal.

O condutor do camião escapou ileso.

Em comunicado, a Brisa refere que, pelas 10:00, a circulação na A3 foi interrompida no “sentido sul/norte, entre as saídas 7/Cruz e 8/Braga Sul”, para “combate a incêndio em veículo pesado”.

A circulação foi reaberta às 11:00.

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