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Suspeitos da morte de jovem no Campo Grande detidos e indiciados por homicídio

A PJ indica ainda que apreendeu a arma usada no crime, bem como mais de 50 doses individuais de cocaína.

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Justiça

Os três suspeitos da morte de um jovem na zona do Campo Grande, em Lisboa, foram esta segunda-feira detidos e indiciados pela prática do crime de homicídio, disse à agência Lusa fonte policial.

Segundo a mesma fonte, os suspeitos vão ser presentes esta terça-feira a um juiz de instrução criminal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

Entretanto, em comunicado, a Polícia Judiciária (PJ) anunciou que “localizou, identificou e deteve três homens, de 16, 17 e 20 anos de idade, fortemente indiciados pela prática, em coautoria, de crimes de homicídio qualificado e de roubo”.

“A investigação apurou que os detidos serão os responsáveis pelo homicídio de um homem, de 24 anos, na zona do Campo Grande, em Lisboa, em 28 de dezembro passado, cometido na sequência de um assalto que o visava”, acrescentou a PJ.

Segundo a polícia, o homem foi atingido “com dois golpes de uma arma branca de elevadas dimensões” e “veio a falecer no local”.

Os detidos são também suspeitos de um crime de roubo, cometido cerca de duas horas antes, na mesma zona e também sobre um estudante que passava no local, lê-se no comunicado.

O jovem assassinado era filho de um antigo inspetor chefe da PJ e foi morto com arma branca por um trio de assaltantes quando regressava de um restaurante de ‘fast food’ junto à Faculdade de Ciências, no Campo Grande, admitindo-se que tenha oferecido resistência aos agressores, que o esfaquearam, provocando-lhe a morte no local.

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Coronavírus/Covid-19: Mundo deve preparar-se para uma eventual pandemia, diz OMS

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O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) avisou hoje que o mundo tem de se preparar para uma “eventual pandemia” do novo coronavírus, considerando “muito preocupante” o “aumento repentino” de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão.

“Devemos concentrar-nos na contenção [da epidemia], enquanto fazemos todo o possível para nos prepararmos para uma possível pandemia”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa conferência de imprensa em Genebra.

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