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Sul e centro do país apresentam risco máximo de incêndio

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Treze concelhos de Portugal continental estão esta segunda-feira em risco máximo de incêndio, a maior parte dos quais no sul e centro interior do país, de acordo com informação do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

No sul, os concelhos que apresentam maior risco de incêndio são Odemira, em Beja, Monchique, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Alcoutim e Castro Marim, em Faro.

No centro do país, os concelhos em risco máximo são Abrantes, em Santarém, Gavião, Nisa e Marvão, em Portalegre, além de Figueira de Castelo Rodrigo, na Guarda.

Para esta segunda-feira, o IPMA prevê pouco nebulosidade e pequena subida da temperatura máxima, com vento mais intenso nas terras altas e na faixa costeira ocidental.

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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