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STE convoca greve nacional na função pública para dia 31

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A Frente Sindical liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), da UGT, convocou hoje uma greve nacional da função pública para dia 31, convergindo com outras organizações sindicais contra a proposta de aumentos salariais de 0,3%.

Em comunicado, a estrutura sindical anuncia que “decidiu convergir na ação com as restantes organizações sindicais da administração pública e decretar greve para o próximo dia 31 de janeiro”, lembrando que a estrutura sindical “abrange vários sindicatos desde enfermeiros, trabalhadores dos impostos e professores”.

“A Frente Sindical esperou até ao final da manhã de hoje, último dia previsto na lei para decretar a greve, na esperança que o Governo revisse a sua posição relativamente aos aumentos salariais” de 0,3% para 2020.

Para o STE, o Governo “pode e deve ir mais longe no que toca aos aumentos salariais para a administração pública”.

“É, absolutamente inaceitável a aposta em baixos salários – e sabemos que os aumentos salariais para a administração pública são um ponto de referência para o setor privado”, sublinha a estrutura sindical da UGT.

Para o sindicato liderado por Helena Rodrigues, a proposta do executivo “não só empobrece o país como vê afastar as pessoas mais qualificadas para fora do país levando a curto prazo” a uma administração pública “pouco atrativa e desqualificada”.

A greve do STE coincide com o dia da manifestação nacional marcada pela estrutura da CGTP, a Frente Comum, a Federação dos Sindicatos da Administração Público (Fesap), da UGT, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), afeta à CGTP e a Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros (FENSE).

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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