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Sporting rescinde protocolos com claques Juventude Leonina e Directivo Ultras XXI

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O Sporting rescindiu “com efeitos imediatos” os protocolos que celebrou em 31 de julho com a Associação Juventude Leonina e com o Diretivo Ultras XXI – Associação, anunciou o clube, devido à “escalada de violência” recente.

“O Sporting Clube de Portugal e a Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD informam que, na presente data, resolveram, com efeitos imediatos, os protocolos celebrados”, pode ler-se no comunicado publicado hoje no sítio ‘online’ dos ‘leões’.

Segundo a mesma nota, a decisão foi tomada “em virtude da escalada de violência que ontem [sábado] culminou com tentativas de agressões físicas a dirigentes e outros adeptos”, durante a vitória no futsal frente ao Leões de Porto Salvo (6-1), no Pavilhão João Rocha.

Outra das razões, segundo o clube, prende-se com o “incumprimento sistemático” destes grupos organizados de adeptos (GOA) da obrigação do cumprimento da Lei, dos estauttuos e regulamentos do clube, patente “nas multas suportadas” pela SAD e clube.

Por fim, o clube realça que cumpriu os protocolos e esperava igual comportamento das claques, que acusa de “faltar sistematicamente no apoio devido aos atletas do Sporting, nomeadamente da equipa principal de futebol”.

Atualidade

Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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