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Sporting-Benfica será jogado às 21:15 de 17 de janeiro

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O dérbi entre Sporting e Benfica, da 17.ª jornada da I Liga, vai disputar-se em 17 de janeiro, uma sexta-feira, às 21:15, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

A LPFP divulgou os horários dos jogos das jornadas 16, 17 e 18, anunciando que a receção do FC Porto ao Sporting de Braga, também da 17.ª ronda, vai acontecer no mesmo dia, às 19:00.

Segundo a comunicação da Liga, os quatro jogos da 18.ª jornada que envolvem as equipas ainda a competir na Taça da Liga (Moreirense-Sporting de Braga, Sporting-Marítimo, FC Porto-Gil Vicente e Vitória de Guimarães-Rio Ave) estão condicionados por essa participação, pelo que os seus dias e horários serão revelados mais tarde.

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Benfica, FC Porto e Sporting com perdas de 27 ME mês – especialist​​​​​​a

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Benfica, FC Porto e Sporting podem perder mais de 27 milhões de euros por cada mês de paragem do futebol devido à pandemia de covid-19, estimou à agência Lusa o especialista de gestão desportiva Alfredo Silva.

Segundo o professor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior Alfredo Silva, coordenador da licenciatura de Gestão das Organizações Desportivas, as perdas para os denominados ‘três grandes’ podem chegar a esses valores somando as três “áreas de negócio” mais relevantes em termos de receitas.

Se na bilheteira pode existir “uma perda real mensal de 4,3 milhões de euros”, números ponderados com os mais de 3,5 milhões de espetadores que assistiram a jogos da I Liga em 2018/19, a maior fatia dos quais em torno destes três rivais, os valores sobem muito mais quando se fala de transmissões televisivas.

Com o campeonato parado, não só os adeptos não podem marcar presença nos estádios, como não conseguem assistir às partidas em casa, através da televisão.

Nesse cenário, e assumindo uma paragem de um mês, as perdas com a distribuição televisiva das partidas, bem como outros conteúdos relacionados, originariam “uma perda de 17 milhões de euros” para os três clubes.

O outro eixo de perdas possíveis prende-se com os patrocínios e outros contratos de publicidade, que podem “ser mitigadas” para os clubes, mas acabam por afetar mais “as empresas e marcas patrocinadoras”.

“Os contratos poderão ser renegociados, facto que pode originar [para os clubes] perdas mensais de seis milhões de euros”, acrescenta o docente universitário.

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