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Sporting: Adiada instrução do ataque à Academia de Alcochete

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Justiça

O juiz Carlos Delca adiou o início da fase instrutória do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete.

O procedimento tinha início previsto na quarta-feira, em Lisboa, disse hoje à agência Lusa o Tribunal de Instrução Criminal do Barreiro.

O processo pertence ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro, mas, por razões de logística e de instalações, o juiz Carlos Delca determinou que a instrução, fase facultativa em que um juiz de instrução criminal decide se o processo segue para julgamento, decorra na nova sala do Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa.

Contactado pela Lusa, fonte do TIC do Barreiro indicou que a sessão de quarta-feira “ficou sem efeito”, devido ao facto de um dos advogados ter pedido a escusa do juiz Carlos Delca.

A mesma fonte refere que, para já, não há nova data prevista para o início da fase de instrução.

A fase de instrução foi requerida por mais de uma dezena de arguidos, entre os quais o ex-presidente do Sporting, Bruno de Carvalho e o antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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