Ligue-se a nós

Atualidade

Sindicato exige que Portway cumpra Acordo de Empresa para evitar novas greves

Publicado

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Aviação Civil (SINTAC) disse hoje que “não há nada para negociar” com a Portway, frisando que a empresa de assistência em terra nos aeroportos só tem de cumprir o Acordo de Empresa.

“Não há nada que se remeta para negociações. A nossa reivindicação tem a ver com um incumprimento de um acordo que já existe. A nossa reivindicação é que se aplique o que a empresa está a incumprir”, afirmou à agência Lusa Fernando Simões, dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Aviação Civil (SINTAC), referindo-se ao Acordo de Empresa.

O sindicalista reagia assim ao comunicado enviado hoje pela empresa à agência Lusa, no qual a Portway declara que “todas as atenções da companhia estão viradas para conseguir reduzir os impactos da paralisação nos clientes, passageiros e infraestruturas aeroportuárias” e apela ao “sentido de responsabilidade” do SINTAC, que convocou a greve.

“A empresa apela ao sentido de responsabilidade do SINTAC e reitera que apenas com o regresso à mesa das negociações será possível encontrar soluções que permitam o regresso à normalidade e acomodar reivindicações já consensualizadas em negociações anteriores que foram interrompidas por este sindicato”, lê-se no comunicado.

A empresa reitera a sua disponibilidade para retomar as negociações com o SINTAC e restantes sindicatos, nas reuniões que se encontram já agendadas para o início de janeiro.

“A empresa pretende obter, desta negociação, um instrumento de regulamentação do trabalho único, com vantagens para os trabalhadores e que permita a sustentabilidade da empresa”, indicou na nota.

A posição da empresa surge no terceiro e último dia de greve dos trabalhadores da Portway.

Segundo o sindicalista Fernando Simões, para evitar novas greves, a Portway terá apenas de cumprir o Acordo de Empresa e retomar, como previsto, as progressões de carreira.

A adesão à greve dos trabalhadores da Portway tem estado a provocar atrasos e cancelamentos de voos em Lisboa.

A greve abrange mais de 2000 trabalhadores ligados à assistência em terra nos aeroportos.

Atualidade

Prazo para limpeza das florestas passou para 30 de abril

Publicado

Incendio floresta

O Governo decidiu hoje prorrogar até 30 de abril o prazo para os proprietários assegurarem a limpeza dos terrenos florestais, no âmbito da renovação do estado de emergência para combater a pandemia da covid-19.

O anúncio da prorrogação do prazo para a limpeza de terrenos, que terminava em 15 de março, foi feito pelo primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa, a meio do Conselho de Ministros que vai aprovar o diploma que regulamenta e dará execução ao decreto do Presidente da República que prorroga por mais 15 dias o estado de emergência em Portugal.

“Convém não esquecer que o país tem um enorme risco de incêndio florestal e que esse risco exige um esforço grande de limpeza”, ressalvou António Costa, no âmbito do anúncio da prorrogação do prazo para os proprietários procederem à limpeza das florestas, decisão que pretende “criar melhores condições para que as pessoas possam cumprir esta sua obrigação, tendo em conta as fortes limitações de circulação que existem”.

O primeiro-ministro não indicou, no entanto, o novo prazo, mas fonte governamental, questionada pela Lusa, precisou que a nova data é 30 de abril.

De acordo com a lei do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, o prazo para os proprietários assegurarem a gestão de combustível florestal era até 15 de março, prevendo-se a aplicação de coimas que variam entre 280 e 120.000 euros.

Continue a ler

Populares