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SIC exige a Cristina Ferreira 20 milhões de euros de indemnização

A saída de Cristina Ferreira da SIC foi conhecida em 17 de julho, altura em que foi anunciado que iria regressar à TVI em setembro como diretora e tornar-se acionista da Media Capital.

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Foto: facebook.com/cristinaferreiratv

A SIC já deu entrada com um processo contra a apresentadora e diretora de ficção e entretenimento da TVI, Cristina Ferreira, no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, para o pagamento de uma indemnização de 20 milhões de euros.

De acordo com o portal Citius, consultado pela Lusa, o processo da SIC – Sociedade Independente de Comunicação contra Cristina Maria Jorge Ferreira e a empresa Amor Ponto, Lda, deu entrada no dia 23 de setembro, e visa o pagamento de uma indemnização, no valor de 20.287.084,54 euros, na sequência do incumprimento do contrato com a SIC.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da SIC confirmou “que deu entrada ontem [quarta-feira] um processo” contra Cristina Ferreira no tribunal.

Em 19 de agosto, foi tornado público que a SIC exigia uma indemnização de 20 milhões de euros à apresentadora, devido ao incumprimento do contrato que estava em vigor até 2022, mas Cristina Ferreira refutou e disse que iria defender os seus interesses “até às últimas instâncias”.

Sobre esta matéria, “gostaria apenas de esclarecer que a referida quantia não tem qualquer fundamento ou base contratual, pelo que refuto em absoluto a pretensão daquela entidade, estando disposta a assegurar e defender os meus interesses até às últimas instâncias”, declarou Cristina Ferreira, na altura.

O montante apurado tem em conta, além do incumprimento do contrato, os prejuízos calculados por perdas de receitas em IVR (concursos com chamadas de valor acrescentado), em publicidade, em patrocínios e em ações comerciais.

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Instagram anuncia alterações às suas políticas de nudez

Com a nova atualização, o conteúdo em que uma pessoa abraça ou simplesmente segura os seus seios será permitido.

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A rede social Instagram anunciou que vai atualizar a sua política de nudez, nomeadamente em relação às fotos de seios, em resposta a uma campanha de uma modelo de tamanho grande, que se queixou de discriminação.

A plataforma é regularmente acusada de excesso de pudor e, sobretudo, de falta de objetividade na aplicação das suas regras sobre a nudez.

As regras proíbem “grandes planos de nádegas totalmente expostas” e “mamilos de mulheres descobertos”, mas em vários casos a moderação removeu fotografias de mulheres nuas mostrando as suas formas e protuberâncias ou cobrindo os seus seios.

Estas regras tinham sido denunciadas numa campanha liderada pela supermodelo britânica Nyome Nicholas-Williams, entre outros, que promove a moda inclusiva.

“Esperemos que esta mudança de política acabe com a censura dos corpos negros e gordos”, disse a modelo, na sua conta de Instagram.

A porta-voz da rede social frisou que “ter o ´feedback` dos membros da comunidade ´+corpo positivo+`” ajudou o Instagram “a compreender as limitações desta política” e como poderia ser melhorada.

A iniciativa foi também elogiada pela DJ Leslie Barbara Butch, cuja foto de primeira página na revista francesa Télérama, sobre discriminação de pessoas com peso a mais, tinha sido censurada pela rede social.

“Esta regra finalmente caiu” e “estará realmente em vigor na quarta-feira”, a DJ numa publicação em língua francesa sobre o Instagram. Desafiando os seguidores a verificar se o funcionamento da rede social está em conformidade com as medidas anunciadas.

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