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Semana começa com descida das temperaturas mínimas e sem chuva

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A semana começa com uma descida das temperaturas mínimas entre 2 a 8 graus Celsius, em especial no nordeste transmontano e beira alta, e sem precipitação, disse hoje à Lusa a meteorologista Maria João Frada.

“Nos próximos dias e pelo menos até dia 07 [sábado], vamos ter um cenário de tempo seco e frio. Hoje poderá ainda haver alguns aguaceiros fracos na região sul. No norte e centro prevê-se céu pouco nublado ou limpo e nas regiões do interior um aumento de nebulosidade a partir do meio da manhã”, disse.

De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), hoje as mínimas desceram significativamente em relação à noite anterior entre 2 a 4/5 graus na região sul e 8 graus na região norte.

“Hoje temos nas Penhas Douradas 1 grau de mínima e 2/3 graus no nordeste transmontano. Até dia 04 vamos ter mínimas que podem chegar aos -2 ou -3 no nordeste transmontano e beira alta e no restante território entre 2 a 7 graus “, referiu.

As temperaturas máximas vão variar entre os 12 a 15 graus, com exceção do interior norte e centro (entre 5 e 10) e sul do Algarve (15 e 17 graus).

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Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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