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Sem calças no Metro de Lisboa e do Porto

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Foto: facebook.com/no pants subway ride

‘No Pants Subway Ride’ apanhou algumas pessoas de surpresa no último domingo. Viagem de Metro Sem Calças é uma iniciativa que decorre nas principais capitais de todo o mundo e Porto e Lisboa não fugiram à “moda”.

Assim, muitos passageiros ontem viram alguns untentes, de cuecas de vários modelos e cores, indiferentes ao frio.

Segundo um dos mentores desta ação em Portugal, Carlos Alves, citado pelo Correio da Manhã, “assinalar o Dia Mundial Sem calças representa transmitir um pouco de alegria aos utentes que acabam por sorrir”.

A ação ‘No Pants Subway Ride” teve origem em Nova Iorque, nos Estados Unidos, há cerca de duas décadas mas rapidamente transformou-se num fenómeno global.

Tal como em Lisboa e Porto, também em Londres, Madrid, Paris entre muitas outras cidades, no segundo domingo de janeiro muitos preferem despir as calças no metro.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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