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Seis cadeias de restaurantes vão distribuir refeições gratuitas aos profissionais de saúde

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Seis cadeias de restaurantes uniram-se e vão distribuir gratuitamente refeições aos profissionais de saúde que estão a trabalhar nos hospitais, como uma forma de homenagem tendo em conta a luta destes contra a pandemia de Covid-19.

“Em tempos difíceis não há concorrência, há solidariedade e cooperação”, refere o comunicado hoje divulgado pelos ‘foodforheroes’, que representam as marcas Aruki, Chickinho, Grupo Non Basta, Home Sweet Sushi, Sushi @ home e The Burguer Guy.

De acordo com o comunicado, os restaurantes juntam-se de forma a homenagear os profissionais de saúde, salientando que durante o estado de emergência, decretado na quarta-feira, vão distribuir refeições gratuitas aos que estão “nos hospitais a lutar heroicamente por todos nós”, tendo apenas de ser feito o pedido.

Os profissionais de saúde interessados devem enviar um email para o foodforheroespt@gmail.com, referindo contacto telefónico e nome da pessoa responsável, sendo que a confirmação será dada “com um ou dois dias de antecedência”.

A cada dia será feita a entrega a um hospital diferente. Fonte ligada ao projeto disse à Lusa que a iniciativa já está “a receber muitos pedidos”, pois já tinha sido feito um contato com as unidades hospitalares.

Os ‘foodforheroes’ lançam ainda o repto a outras cadeias de restaurantes para que se juntem ao projeto.

Atualidade

MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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