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Sara Carbonero está a lutar contra um cancro nos ovários

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Facebook Sara Carbonero

Sara Carbonero revelou nas redes sociais que está a lutar contra um cancro nos ovários. “Quando ainda não recuperámos de um susto, a vida voltou a surpreender de novo. Desta vez, tocou-me a mim essa pesada palavra de seis letras que ainda me custa escrever”.

A mulher de Iker Casillas, adianta na sua conta do Instagram, que foi diagnosticada com a doença há “alguns dias”. “Os médicos descobriram um tumor maligno nos ovários e fui operada”, conta, referindo que “correu tudo muito bem”, uma vez que “felizmente” descobriram e agiram cedo. “Mas ainda tenho alguns meses de luta enquanto continuo o tratamento”, desabafa.

Sara afirmou, na mesma publicação, que “está tranquila e confiante de que tudo vai dar certo”. “Sei que o caminho vai ser difícil, mas também sei que terá um final feliz. Tenho o apoio da minha família e amigos e uma ótima equipa médica. Aproveito para pedir aos meus colegas jornalistas o respeito e a compreensão com que sempre me trataram, especialmente neste momento difícil e delicado para mim e para a minha família”, rematou.

Sara Carbonero foi operada no ano passado a um tumor benigno, também descoberto após um exame de rotina.

Esta notícia chega dias depois do marido, Iker Casillas, sofrer um enfarte do miocárdio.

Atualidade

Taxas moderadoras em centros de saúde acabam em 2020

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O parlamento aprovou esta sexta-feira um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.

O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.

No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

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