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Rutura de coletor na origem de dejetos junto ao Festival Iminente em Lisboa

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Foto: Facebook Festival Iminente

A presença de dejetos junto ao Panorâmico de Monsanto, em Lisboa, onde decorreu o festival Iminente, deveu-se a uma rutura num coletor, revelou hoje à Lusa a Câmara Municipal, coorganizadora do evento.

Em resposta a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, a autarquia explicou que no domingo foi detetada uma “rutura num coletor público, com a presença de dejetos e de um forte odor junto da encosta circundante ao parque de estacionamento” que serviu o festival de música e arte urbana.

Em causa está um vídeo divulgado no domingo, na rede social Facebook, por um homem que andava de bicicleta no parque florestal de Monsanto, e que revelava uma descarga de dejetos nas traseiras do edifício que acolheu o festival Iminente.

Em comunicado, o festival Iminente lamentou o sucedido, sublinhando que “cumpriu rigorosamente todas as diligências” para que “todo o ecossistema fosse respeitado e as regras de funcionamento e de descargas cumpridas”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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