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Rui Rio quer acabar com rendas excessivas nas energias renováveis

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Foto: Facebook Rui Rio - Social Democracia

Depois do pacote de medidas de redução de impostos, esta semana foi a vez de Rui Rio apresentar as medidas do PSD para a área das Alterações Climáticas.

Numa conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, Rui Rio, reconheceu que o planeta está em “emergência climática”, admitindo que se fosse primeiro-ministro já tinha decretado esse estado, e apresentou um conjunto de 11 medidas para a redução das emissões de dióxido de carbono.

Uma delas é acabar com as rendas excessivas nas energias renováveis, isto é, as compensações fixas pagas pelos consumidores aos produtores de energias renováveis, o que fará diminuir significativamente a fatura dos consumidores de energia elétrica.

“Todos compreendemos o porquê dessas rendas fixas garantidas, servem para promovermos as energias renováveis, para termos uma alavanca para esse nicho de mercado. Mas nos dias de hoje a tecnologia está mais madura, os custos desses investimentos são menores, o mercado está estabilizado em relação à distribuição e consumo de eletricidade. Além de que conhecemos bem o reflexo das rendas fixas: contribuíram para o défice tarifário e para os custos da política energética que nos aparece na fatura da eletricidade“, explicou Salvador Malheiro, o vice de Rio que é também porta-voz do PSD no Conselho Estratégico Nacional para a área do Ambiente e Energia. Ou seja, o PSD quer “promover as energias renováveis mas sem qualquer consequência para o consumidor”, e para isso é preciso acabar de vez com as rendas fixas proporcionando novas formas de transação comercial de energia de acordo com as regras do mercado.

Sem especificar metas, porque o PSD está “mais focado em objetivos estruturais”, Rui Rio defendeu que a neutralidade carbónica deve ser atingida “antes” da data fixada pelo atual Governo, 2050, mas não disse quando.

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Bombeiro ferido no combate a incêndio na A3 em Famalicão

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Emergência Ambulância

Um bombeiro sofreu esta sexta-feira ferimentos ligeiros quando combatia um incêndio que começou numa pesado de mercadorias na Autoestrada 3 (A3) e se propagou a uma área florestal em Vila Nova de Famalicão.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga, o bombeiro foi conduzido ao Hospital de Famalicão.

Um camião que seguia na A3 no sentido Porto-Braga, sem transportar qualquer carga, incendiou pelas 10:00, em Famalicão, e acabou por incendiar também uma área florestal.

O condutor do camião escapou ileso.

Em comunicado, a Brisa refere que, pelas 10:00, a circulação na A3 foi interrompida no “sentido sul/norte, entre as saídas 7/Cruz e 8/Braga Sul”, para “combate a incêndio em veículo pesado”.

A circulação foi reaberta às 11:00.

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