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Rui Pinto vai ser extraditado para Portugal

Na audiência pública, Rui Pinto pediu ao Tribunal Metropolitano de Budapeste para não ser extraditado, alegando tratar-se de “uma questão de vida ou morte”, que colocava em causa a sua segurança pessoal.

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Um tribunal de segunda instância da Hungria indeferiu o recurso de Rui Pinto apresentado pelo colaborador do ‘Football Leaks’ para tentar evitar a sua extradição para Portugal, avança a Agência Lusa.

A decisão não é passível de recurso, o que faz com que Rui Pinto seja extraditado no prazo de oito a 10 dias, assim como o material informático que lhe foi apreendido.

Em 5 de março, o Tribunal Metropolitano de Budapeste anunciou a extradição do português, mas Rui Pinto interpôs recurso (que teve efeito suspensivo da extradição) para uma segunda instância, que negou agora indeferiu o apelo.

Com esta decisão, Rui Pinto, que aguardou a decisão detido – estava em prisão domiciliária -, deve ser extraditado nos próximos dias a fim de ser presente às autoridades portuguesas para primeiro interrogatório judicial.

Rui Pinto esteve em prisão domiciliária em Budapeste desde 18 de janeiro e até 05 de março, na sequência de um mandado de detenção europeu emitido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Na base do mandado estão o acesso aos sistemas informáticos do Sporting e do fundo de investimento ‘Doyen Sports’ e posterior divulgação de documentos confidenciais, como contratos de jogadores do Sporting e do então treinador Jorge Jesus, assim como de contratos celebrados entre a ‘Doyen’ e vários clubes de futebol.

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Mãe de menina que morreu na bagageira pode ser acusada de ofensa à integridade física

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A mãe da menina que morreu na bagageira, na sequência de um acidente de carro na madrugada de domingo em Cascais, pode vir a ser acusada de pelo menos dois crimes, avança o jornal Sol.

O advogado Rogério Alves disse ao Jornal de Notícias (JN) que a mulher, que era também a condutora do carro, pode ser acusado de “condução perigosa de veículo rodoviário, numa pena que pode ir até três anos de prisão”; e ainda do crime de “ofensa à integridade física com agravação do resultado, o que inclui uma pena que também pode ir até aos três anos de cadeia”.

O acidente aconteceu pelas 0h20 horas de domingo, sendo que no carro estavam oito pessoas, incluindo duas crianças que seguiam na bagageira, uma menina de 10 anos e um rapaz de 13.

De acordo com fonte da GNR, citada pelo JN, o caso “está agora entregue ao Núcleo de Investigação de Acidentes do Destacamento de Trânsito da GNR de Carcavelos”.

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