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Rosa Grilo diz que sempre foi “uma esposa dedicada”

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A viúva do triatleta Luís Grilo continua sem admitir o crime e afirma que sempre foi “uma esposa dedicada”, mesmo quando tinha um amante, António Joaquim.

Através de uma carta enviada ao Correio da Manhã, Rosa Grilo revela alguns pormenores da sua relação com o marido e com o amante, António Joaquim. Além disso, diz que não consegue ultrapassar a morte do marido: “Continuo a não conseguir ultrapassar, ele sempre fez parte da minha vida”.

“Eu sempre cuidei dele, sempre fui uma esposa dedicada e continuo a sê-lo mesmo quando reencontrei o António”, escreve a mulher de Luís Grilo na mesma carta.

Sobre o casamento com o triatleta, a homicida garante que esteva estável antes da morte de Luís Grilo: “A minha vida com o Luís nos últimos anos não terá sido muito diferente da de outros tantos casais, com casamentos de 20 anos. Mesmo com problemas e as infidelidades do Luís, que sempre fui perdoando, os consumos de droga e alguma violência, sempre fomos ultrapassando tudo o que ir surgindo”, escreveu.

Rosa Grilo e António Joaquim arriscam agora pena máxima de prisão e vão ser acusados de homicídio qualificado e profanação de cadáver.

A acusação tem de ser conhecida até dia 25 de março.

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Mais de 4.000 enfermeiros pediram certificado para trabalhar fora do país em 2019

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Mais de quatro mil enfermeiros pediram no ano passado à Ordem a declaração para efeitos de emigração, um número recorde de profissionais a pretender sair do país e que representa três vezes mais do que o registado em 2017.

Em comunicado hoje divulgado, a Ordem dos Enfermeiros afirma que recebeu 4.506 pedidos de certificado de equivalência para exercer no estrangeiro durante 2019. Em 2018 tinham sido pedidos 2.736 e no ano anterior 1.286.

“Face aos dados do primeiro semestre de 2019, que contabilizou 2.321 pedidos de declarações, a Ordem já tinha alertado para a possibilidade de 2019 vir a registar a maior vaga de emigração de sempre, o que acabou por se concretizar, e o ano fechou com números surpreendentes e além dos estimados”, refere a nota.

Trata-se, para a Ordem, de um “número preocupante” e que espelha o “estado da saúde em Portugal e em particular a forma como os profissionais são tratados”.

“No estrangeiro, os enfermeiros têm a formação e a especialidade pagas, têm, efetivamente, uma carreira com diferenciação salarial, mas, acima de tudo, são reconhecidos e acarinhados”, indica a bastonária Ana Rita Cavaco no comunicado divulgado hoje de manhã.

Quanto a países de destino dos enfermeiros, o Reino Unido continua a surgir em primeiro lugar, seguido de Espanha e Suíça.

Os Emirados Árabes surgem já no sexto lugar das escolhas de emigração dos enfermeiros.

Segundo a Ordem, há atualmente 18 mil enfermeiros portugueses no estrangeiro, quando em Portugal faltarão cerca de 30 mil profissionais, segundo as estimativas apresentadas pelos representantes da classe.

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