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Revisor da CP que atacou ‘graffiters’ na Maia não vai a julgamento

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Comboio passageiro

Um juiz de instrução decidiu esta quinta-feira, não levar a julgamento um revisor da CP que em 2015 atacou com pó químico de extintor, junto a um apeadeiro da Maia, três ‘graffiters’ que acabaram atropelados mortalmente por um comboio.

O Ministério Público tinha arquivado o inquérito-crime sobre o caso, deixando inconformados os familiares de dois dos ‘graffiters’, estes de nacionalidade espanhola, que pediram ao Juízo de Instrução Criminal de Matosinhos para rever a decisão.

A morte dos dois ‘graffiters’ espanhóis e de um português ocorreu às 20:30 de 07 dezembro de 2015 no apeadeiro Palmilheira-Águas Santas, na Maia, quando os jovens estariam a tentar grafitar as carruagens de um comboio que ali se encontrava parado e outra composição se cruzou a quase 120 quilómetros por hora, atropelando-os.

Antes do atropelamento, os ‘graffiters’ foram atingidos com pó químico de um extintor empunhado pelo revisor.

Os familiares dos ‘graffiters’ consideraram que a nuvem de pó químico gerada impediu os jovens de ver o comboio que os viria a atropelar.

A tese não convenceu o juiz de instrução criminal.

O que fez o revisor, considerou o juiz de instrução, “apenas potenciou de forma residual o já elevadíssimo risco de acidente”.

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Pastel de Nata elogiado pela Bloomberg

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A Bloomberg, agência norte-americana, elogiou a especialidade portuguesa e prevê mesmo que se possa tornar “tão omnipresente quanto o croissant” francês.

A popularização do nosso pastel por supermercados, cafés e padarias por todo o mundo mereceu, por isso, destaque da Bloomberg.

“Uma sobremesa improvável está a caminho de se tornar tão omnipresente quanto o croissant“, começa por categorizar a agência. E se há uma década o pastel de nata “estava limitado à obscuridade”, agora a especialidade parece ser encontrada em cada esquina.

A simplicidade do bolo — que deve ser comido com as mãos e não de garfo e faca, como sublinha a Bloomberg — e a antiga origem da sua receita são duas das particularidades elogiadas no artigo.

E se o custo acessível que tem em Portugal reúne elogios, logo é feita a comparação com os preços praticados nas lojas de Londres, por exemplo, onde uma nata pode custar até três libras (cerca de 3,50 euros).

Segundo a agência, foi mesmo em Inglaterra que o Lidl chegou a vender dois mil pastéis de nata por hora nos seus supermercados britânicos.

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