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Recluso mais velho do país vai cumprir pena num lar de Lisboa

Manuel confessou o crime e cumpria pena no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

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O recluso mais velho do país, que aos 89 anos foi condenado a quatro anos e nove meses de prisão por ter morto o genro, a quem culpava pela morte da filha, vai cumprir pena num lar da Santa Casa da Misericórdia, avança o Correio da Manhã.

Manuel Garcia confessou ter morto a tiro o marido da filha, que se tinha suicidado num alegado cenário de violência doméstica. Saiu da prisão e foi transferido para um lar na terça-feira, onde deve utilizar uma pulseira eletrónica.

António Veríssimo foi morto pelo sogro, Manuel Garcia, na noite de 6 de julho de 2018, quatro anos depois da morte da mulher. A vítima era acusado de violentar a mulher, algo que a terá levado a tirar a própria vida. No entanto, as versões são contraditórias, já que os jornais locais noticiaram a morte da mulher como tendo acontecido na sequência de um ataque cardíaco. Ainda assim, Manuel sempre culpou o genro pela morte da filha e quis vingar-se.

Após a morte da filha, António Veríssimo mudou-se para a casa dos sogros e a relação começou a deteriorar-se ainda mais. Manuel e a mulher, que está acamada por causa de um cancro, seriam vítimas de “grande agressividade verbal e mesmo física”. Foi essa a motivação para que o homem de 89 anos disparasse dois tiros de caçadeira que vitimaram António Veríssimo.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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