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Reaberta circulação na A25 e no IC2 em Albergaria-a-Velha e Águeda

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A Autoestrada 25 (A25) e o Itinerário Complementar 2 (IC2) foram reabertos, em Albergaria-a-Velha e Águeda, no distrito de Aveiro, onde o incêndio na localidade de Paus motiva “maior preocupação”.

“Neste momento já temos o IC2 e a A25 reabertos. O incêndio da Veiga (Águeda) já está dado como dominado, mas não extinto, continuamos em trabalhos no incêndio de Paus (Albergaria-a-Velha), que é o que está a implicar mais meios e maior preocupação”, afirmou à Lusa o comandante distrital de proteção civil, António Ribeiro.

António Ribeiro explicou, a partir do teatro de operações, que está a ser dada maior atenção ao incêndio de Paus, que deflagrou às 11:28 de quinta-feira e que “tem progredido para a parte baixa do concelho de Albergaria-a-Velha, já perto da margem do rio Vouga”, pelo que a preocupação “agora é proteger as povoações de Frossos, Angeja e São João de Loure”.

Para a zona foram mobilizados sete meios aéreos e as Forças Armadas enviaram para o distrito de Aveiro três máquinas de rasto do Exército, “para apoiarem na abertura de caminhos que facilitem o acesso dos operacionais que combatem os incêndios”.

Às 13:00, fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Aveiro disse à Lusa que a Autoestrada 1 (A1) se mantém cortada devido um incêndio no concelho de Albergaria-a-Velha.

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Cientistas explicam por que trabalhar à noite faz mal aos intestinos

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As pessoas que trabalham à noite têm mais probabilidades de desenvolver inflamações intestinais, porque há células que contribuem para a saúde intestinal que deixam de receber informações vitais do cérebro.

Os resultados da investigação foram hoje publicados na revista científica Nature. Feito pela equipa de Henrique Veiga-Fernandes, no Centro Champalimaud, em Lisboa, o estudo explica o que leva as pessoas que têm horários desregrados, como trabalhadores noturnos, a ter mais tendência para inflamações intestinais ou obesidade.

A relação entre esses problemas e os horários noturnos era conhecida e já se tem procurado relacionar os processos fisiológicos com a atividade do relógio circadiano do cérebro. Mas foi a equipa do investigador principal Veiga-Fernandes que descobriu que a função de um certo grupo de células imunitárias, conhecidas por contribuírem de forma muito significativa para a saúde intestinal, se encontra sob o controlo direto do relógio circadiano do cérebro.

Veiga-Fernandes, citado num comunicado da Fundação Champalimaud, explica que quase todas as células do corpo possuem uma maquinaria genética interna que acompanha o ritmo circadiano através da expressão dos chamados “genes relógio”, que indicam a hora do dia às células.

Esses pequenos relógios são sincronizados pelo grande relógio do cérebro (por exemplo informação sobre o dia e a noite).

A equipa descobriu que as chamadas “células linfóides inatas de tipo 3” (ILC3), que no intestino lutam por exemplo contra as infeções, são particularmente sensíveis às perturbações dos seus genes relógio.

“Quando os cientistas analisaram a forma como a perturbação do relógio circadiano cerebral influía sobre a expressão de diversos genes das ILC3, descobriram que desencadeava um problema muito específico: o “código postal” molecular destas células desaparecia!”, explica-se no comunicado.

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