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Rali de Portugal na estrada marcado pelo regresso a Arganil

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Foto: rallydeportugal.pt

O regresso dos troços de Arganil, Góis e Lousã ao itinerário do Rali de Portugal marca hoje o arranque da prova, sétima etapa do Campeonato do Mundo, liderado pelo francês Sébastien Ogier (Citroën C3).

O piloto de Gap vai, por isso, ser o primeiro a ir para a estrada, às 9:48 horas, para enfrentar os 12,35 quilómetros da Lousã.

Seguem-se os 18,78 quilómetros de Góis, a partir das 10:32 horas, antes do mítico troço de Arganil, com 14,44 quilómetros, a partir das 11:20 horas.

Ogier defende os 10 pontos de vantagem que trouxe do Chile face ao estónio Ott Tanak (Toyota Yaris) e os 12 para o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), vencedor em 2018.

O belga sofreu um violento acidente na prova sul-americana e chega a Portugal ainda combalido.

Ogier, que já venceu em solo luso em 2010, 2011, 2013, 2014 e 2017, parte, mais uma vez, como favorito e é sério candidato a destacar-se no historial do Rali de Portugal, depois de ter igualado o registo do finlandês Markku Alen, que também tem cinco triunfos.

A edição de 2019 do Rali de Portugal vai ter 306,97 quilómetros cronometrados, divididos por 18 classificativas, entre as quais a superespecial de Lousada, de 3,36 quilómetros a percorrer no final deste primeiro dia, a partir das 19:03 horas.

No sábado, a prova segue para o Marão, com dupla passagem por Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante, onde se disputa o troço mais longo do rali, com 37,60 quilómetros.

Para domingo, estão marcadas mais cinco classificativas, Fafe, com duas passagens pelo seu emblemático salto, uma delas a ‘power stage’, e os troços de Luílhas e Montim, este também com duas passagens.

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Atualidade

Dragão vai ser palco da “Champions” onde vão poder estar 12 mil adeptos

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O Porto vai acolher pela primeira vez uma final de uma competição europeia de clubes, depois de a UEFA ter anunciado hoje que a decisão da Liga dos Campeões de futebol vai realizar-se no Estádio do Dragão.

“A capacidade do estádio para o jogo vai ser finalizada e confirmada oportunamente, em cooperação com as autoridades portuguesas e com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). No entanto, os adeptos das equipas finalistas vão poder comprar bilhetes através dos clubes da forma habitual, estando 6.000 bilhetes disponíveis por clube, que vão ser colocados à venda o mais rapidamente possível, a partir de hoje”, lê-se no comunicado da UEFA.

A final 100% inglesa entre Manchester City e Chelsea, em 29 de maio, vai ter como ‘pano de fundo’ o recinto do FC Porto, que esteve para ser o palco da Supertaça Europeia do ano passado, entretanto alterada para Budapeste, devido à pandemia de covid-19.

A final estava marcada para o Estádio Atatürk em Istambul, mas, na sequência da decisão do governo britânico de colocar a Turquia na lista vermelha de destinos de viagem covid-19, a realização da final ali significaria que nenhum dos adeptos dos clubes poderia viajar para o jogo.

A cidade do Porto e o Estádio do Dragão vão, assim, acolher a terceira final de uma Liga dos Campeões em Portugal e a segunda consecutiva, já que há pouco menos de um ano, precisamente por causa da crise mundial de saúde pública, a UEFA optou por realizar uma ‘final a oito’ em Lisboa, nos estádios da Luz e José Alvalade.

Outro recinto do Euro2004, o Estádio do Bessa, no Porto, recebeu a final do campeonato da Europa de sub-21 de 2006, em 04 de junho, quando os Países Baixos conquistaram o título, ao derrotarem a Ucrânia, por 3-0.

 

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