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Quase duas mil pessoas detidas na operação verão seguro da GNR

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Mais de 1.960 pessoas foram detidas pela GNR, quase 700 por tráfico de droga, na operação Verão Seguro, durante a qual foi dado especial ênfase às praias, festas, romarias e eventos de grande dimensão.

Em comunicado, a GNR informa que durante a operação Verão Seguro, que decorreu entre 15 de junho e 30 de setembro, foram detidas 1.968 pessoas, 698 dos quais por tráfico de droga, 254 por furto, 208 por posse ilegal de arma ou posse de arma proibida e 49 por roubo.

Foram apreendidas no mesmo período 96.164 doses de droga – nomeadamente 90.444 doses de haxixe, 4.350 de cocaína e 1.370 de heroína – e 858 armas, das quais 509 de fogo e 205 armas brancas.

A operação, que decoreu também nos principais eixos rodoviários, pretendeu, segundo a GNR, “garantir a segurança e o bem estar da população portuguesa e dos milhares de turistas e de emigrantes que visitaram Portugal”.

O reforço do policiamento teve ainda o propósito de “prevenir e combater a criminalidade, através do empenhamento das diferentes valências da GNR, como a territorial, trânsito, proteção da natureza e ambiente, investigação criminal, intervenção e ordem pública”, refere a nota.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e numa conjuntura de cooperação internacional, a GNR efetuou ações de patrulhamento conjunto com militares da Guardia Civil do Reino de Espanha, da Gendamarie Nationale francesa e dos Carabinieri de Itália, especialmente nas zonas balneares mais turísticas dos distritos do Algarve, Porto, Lisboa e Setúbal.

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Covid-19: Portugal pode atingir os mil casos diários na próxima semana – António Costa

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O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal está a acompanhar a tendência europeia de aumento de infetados com o novo coronavírus e que, se essa evolução se mantiver, poderá atingir os mil casos diários de covid-19 na próxima semana.

Esta posição foi transmitida por António Costa no final da reunião do gabinete de crise sobre a evolução da covid-19, em Portugal, em São Bento, que durou cerca de duas horas.

“A manter-se esta tendência, chegaremos aos mil novos casos por dia. Temos de travar esta tendência. Não podemos parar o país”, declarou o primeiro-ministro na conferência de imprensa.

Na sua declaração inicial, o líder executivo considerou que o país “está a sofrer um forte crescimento de novos casos diariamente” – uma trajetória que começou a registar-se em meados de agosto.

Por isso, de acordo com António Costa, “não se pode deixar que a pandemia continue a crescer”.

“Agora, não vamos poder voltar a parar o país, como aconteceu em março. Agora, o controlo da pandemia depende da responsabilidade pessoal de cada um de nós. Não podemos voltar a privar as crianças do acesso à escola, não podemos voltar a proibir as famílias de visitarem os seus entes queridos nos lares, não podemos separar as famílias no Natal como fizemos na Páscoa. Temos mesmo de travar a pandemia por nós próprios através da nossa responsabilidade pessoal”, frisou.

Já no período de perguntas dos jornalistas, o primeiro-ministro desdramatizou a atual situação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), designadamente em termos de capacidade de resposta a doentes com covid-19.

“Felizmente, a pressão sobre o SNS mantém-se limitada. Aliás, os números de hoje revelam uma diminuição de internados, quer em cuidados intensivos, quer em internamentos gerais. Felizmente, não estamos numa situação em que não haja controlo no SNS. Mas os períodos de incubação são longos”, ressalvou.

Do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da covid-19, que se tinha reunido pela última vez em 29 de junho, fazem parte membros do Governo como os ministros de Estado da Economia, dos Negócios Estrangeiros – Augusto Santos Silva não esteve hoje presente e fez-se representar pelo secretário de Estado Eurico Brilhante Dias – da Presidência e das Finanças, bem como os titulares das pastas da Defesa Nacional, da Administração Interna, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, da Educação, da Saúde e das Infraestruturas e da Habitação.

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