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Quase duas mil pessoas detidas na operação verão seguro da GNR

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Mais de 1.960 pessoas foram detidas pela GNR, quase 700 por tráfico de droga, na operação Verão Seguro, durante a qual foi dado especial ênfase às praias, festas, romarias e eventos de grande dimensão.

Em comunicado, a GNR informa que durante a operação Verão Seguro, que decorreu entre 15 de junho e 30 de setembro, foram detidas 1.968 pessoas, 698 dos quais por tráfico de droga, 254 por furto, 208 por posse ilegal de arma ou posse de arma proibida e 49 por roubo.

Foram apreendidas no mesmo período 96.164 doses de droga – nomeadamente 90.444 doses de haxixe, 4.350 de cocaína e 1.370 de heroína – e 858 armas, das quais 509 de fogo e 205 armas brancas.

A operação, que decoreu também nos principais eixos rodoviários, pretendeu, segundo a GNR, “garantir a segurança e o bem estar da população portuguesa e dos milhares de turistas e de emigrantes que visitaram Portugal”.

O reforço do policiamento teve ainda o propósito de “prevenir e combater a criminalidade, através do empenhamento das diferentes valências da GNR, como a territorial, trânsito, proteção da natureza e ambiente, investigação criminal, intervenção e ordem pública”, refere a nota.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e numa conjuntura de cooperação internacional, a GNR efetuou ações de patrulhamento conjunto com militares da Guardia Civil do Reino de Espanha, da Gendamarie Nationale francesa e dos Carabinieri de Itália, especialmente nas zonas balneares mais turísticas dos distritos do Algarve, Porto, Lisboa e Setúbal.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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