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Quase 60% dos habitantes da europa ocidental confiam na vacinação

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Vacina

Na europa oriental, apenas metade da população olha para as vacinas como uma forma segura de prevenção de saúde. No caso da zona ocidental, o número sobe para os 59%, mas fica ainda distante dos 79% registados a nível mundial.

Se por todo o mundo 84% da população considera que as vacinas são eficientes, tendo 92% confirmado que os seus filhos foram vacinados, quando os olhos se viram para o território europeu, os robustos sistemas de educação e saúde não parecem suficientes para credibilizar a vacinação. Com 33%, a França é o país europeu com o nível de desconfiança mais alto, avançam números de um inquérito do Wellcome Global Monitor, divulgados pelo jornal The Guardian e pela CNN.

Com base na análise de 140.000 pessoas à volta do mundo, percebeu que a confiança em médicos, enfermeiros e cientistas, bem como a credibilidade das instituições governamentais, influenciam a confiança nas vacinas.

É nos países em desenvolvimento que o nível de confiança na vacinação regista números mais elevados. O Ruanda (97%) é o país com maior crença nos benefícios das vacinas a nível mundial, seguido pelo Bangladesh.

Nos países desenvolvidos, as redes sociais têm sido um mecanismo fundamental na difusão de uma visão mais alarmista da vacinação. Heidi Larson, diretora do Projeto de Confiança nas Vacinas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, garantiu ao The Guardian que a rapidez com que a informação circula nos meios online veio dificultar o combate à desinformação por parte dos cientistas.

Larson considera ainda que podem passar anos até que as consequências deste movimento anti-vacinação sejam visíveis.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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