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PSP apreende automóveis e detém uma pessoa em ‘encontro’ com 100 veículos em Lisboa

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Carro

A PSP apreendeu 10 automóveis, “oito dos quais por alteração de características”, e deteve uma pessoa hoje de madrugada, em Lisboa, no âmbito de uma ação de fiscalização num ‘encontro’ que juntou cerca de 100 veículos.

Num comunicado hoje divulgado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP refere que, “face ao conhecimento da realização de encontros de veículos automóveis – nos quais, na sua maioria, os seus proprietários procedem a transformações mecânicas, ilegais, alterando quer a aparência, quer a sua performance” -, tem realizado fiscalizações para, “preventivamente, combater a sinistralidade rodoviária e promover a segurança viária junto dos demais utentes da via”.

Nesse âmbito, foi detetada hoje de madrugada, na Rua António Champalimaud (zona do Lumiar), “uma concentração de aproximadamente 100 veículos”, tendo a PSP realizado ali uma ação de fiscalização, “empenhando diversas valências, quer de ordem pública, quer de trânsito”.

Além da apreensão dos veículos, uma pessoa foi detida por posse de arma proibida (arma branca) e foram registados 25 autos de contraordenação.

Desses autos, nove foram por “alterações de características”, três por “matrícula não conformes”, dois por falta de seguro, outros dois por carta de condução caducada, um por falta de inspeção periódica do veículo e um último por condução sob influência de álcool.

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Sindicato acusa Grupo Trofa Saúde de controlar idas à casa de banho dos funcionários

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Os funcionários do ‘call center’ da Trofa do Grupo Trofa Saúde têm as idas à casa de banho controladas pela administração, acusou hoje em comunicado o Sindicato dos Trabalhadores de Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.

A situação que, segundo o sindicato, “já dura há muito tempo, foi agravada na semana passada, quando a empresa decidiu afixar no quadro os tempos diários despendidos pelos trabalhadores nas pausas, que inclui pausas para a refeição e pausas para a casa de banho”.

“Nesta central de contactos do grupo, os trabalhadores são obrigados a registar no computador que usam um código (WC) quando se deslocam à casa de banho”, refere ainda o comunicado do sindicato que acusa a empresa de, com este comportamento, “violar a lei e a Constituição da República Portuguesa”.

As acusações do sindicato apontam ainda para “a criação nas unidades de saúde do Grupo Trofa Saúde” de “um sistema de banco de horas ilegal”, que obriga os funcionários “a trabalharem 10, 12 e mais horas diárias sem pagamento de qualquer trabalho suplementar”, que põem em causa, “de forma grave, a vida pessoal e familiar” destes.

Acrescenta o comunicado que o grupo “não paga a muitos trabalhadores o subsídio de turno de 15% previsto na contratação coletiva”, não os “classifica devidamente” e “paga salários muito baixos”, além de que “recusa aplicar a contratação coletiva aos trabalhadores das centrais de contactos”, bem como “o diálogo com o sindicato” e a participação “numa reunião no Ministério do Trabalho requerida pelo sindicato”.

Perante isto, o sindicato revelou ter solicitado “a intervenção urgente da Autoridade para as Condições de Trabalho”, descontente por “um dos maiores grupos económicos do setor da hospitalização privada em Portugal”, que “anunciou recentemente a abertura de um hospital em Luanda”, o fazer “à custa da exploração desenfreada dos trabalhadores”.

A Lusa tentou obter uma reação do Grupo Trofa Saúde, mas, até ao momento, não foi possível.

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