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Atualidade

Proteção Civil vai gastar cerca de 6ME em equipamentos de proteção para bombeiros

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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil vai gastar cerca de seis milhões de euros até 2020 na aquisição de Equipamentos de Proteção Individual para os corpos de bombeiros, foi hoje publicado em Diário da República.

Segundo a resolução que autoriza a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a realizar a despesa com a aquisição de equipamentos de proteção individual para os bombeiros, foi feita uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), que já foi aprovada e contratada com uma taxa de cofinanciamento de 75%.

Nesse sentido, a ANEPC pode realizar a despesa até ao montante máximo de 5,9 milhões de euros, mais o IVA, “na condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada e sujeita a financiamento nacional no valor máximo de 1,5 milhões de euros.

A resolução refere que ANEPC pode gastar este ano cerca de 403 mil euros e em 2020 mais de 5,5 milhões de euros.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem como atribuição contribuir para o reequipamento das associações humanitárias de bombeiros no âmbito das atividades de proteção civil e socorro.

Atualidade

Mais vagas para crianças do pré-escolar no próximo ano letivo

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No próximo ano letivo vão abrir mais 2.200 vagas para crianças do ensino pré-escolar, anunciou o Ministério da Educação, que garante existirem lugares suficientes para a procura, mas nem sempre nos locais pretendidos pelas famílias.

“Para o ano letivo 2020/2021 perspetiva-se a abertura de 88 novas salas na rede pública da educação pré-escolar”, o que representa mais 2.200 vagas para as crianças a partir dos 3 anos, segundo números avançados hoje pelo Ministério da Educação (ME), no dia em que reabriram os estabelecimentos de ensino pré-escolar, depois de dois meses e meio de portas encerradas devido à pandemia de covid-19.

No passado ano letivo abriram 53 novas salas, o que permitiu uma oferta de 1.400 vagas, das quais foram preenchidas 1.325.

O ensino pré-escolar não é de frequência obrigatória, mas o Governo tem apostado na sensibilização das famílias para que inscrevam as crianças, uma vez que reduz o insucesso escolar e a taxa de abandono escolar precoce.

 

Lusa

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