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Proteção Civil vai gastar cerca de 6ME em equipamentos de proteção para bombeiros

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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil vai gastar cerca de seis milhões de euros até 2020 na aquisição de Equipamentos de Proteção Individual para os corpos de bombeiros, foi hoje publicado em Diário da República.

Segundo a resolução que autoriza a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a realizar a despesa com a aquisição de equipamentos de proteção individual para os bombeiros, foi feita uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), que já foi aprovada e contratada com uma taxa de cofinanciamento de 75%.

Nesse sentido, a ANEPC pode realizar a despesa até ao montante máximo de 5,9 milhões de euros, mais o IVA, “na condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada e sujeita a financiamento nacional no valor máximo de 1,5 milhões de euros.

A resolução refere que ANEPC pode gastar este ano cerca de 403 mil euros e em 2020 mais de 5,5 milhões de euros.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem como atribuição contribuir para o reequipamento das associações humanitárias de bombeiros no âmbito das atividades de proteção civil e socorro.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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