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Proteção Civil garante que meios usados em novela eram de reserva

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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) garante que os meios mobilizados para as filmagens de uma novela, em Leiria, não foram retirados da resposta operacional e que não esteve em causa o socorro à população.

“Em nenhum momento esteve em causa o socorro à população, porquanto os meios mobilizados, na sua maioria, meios de apoio e não de combate direto, não foram retirados dos dispositivos de resposta operacional, sendo meios de reserva”, garante a ANEPC.

O esclarecimento da ANEPC surge na sequência de uma notícia do Jornal de Notícias com o título “Proteção Civil põe forte contingente a fazer novela da SIC”.

Segundo o Jornal de Notícias, todas as corporações de bombeiros de Leiria, o INEM, os militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), os “canarinhos” da Força Especial de Bombeiros (FEB) e SIRESP receberam ordens para rumarem às filmagens para recriar os incêndios de outubro de 2017 que provocaram a destruição quase total do Pinhal de Leiria e nos quais morreram 49 pessoas.

Em comunicado a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil garante ainda que “em caso de acionamento de algum tipo de alerta preventivo, ou em caso de ocorrência real, os meios seriam obviamente desmobilizados e a participação em causa automaticamente cancelada, pressupostos estes acordados previamente com a produtora”.

Atualidade

Taxas moderadoras em centros de saúde acabam em 2020

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O parlamento aprovou esta sexta-feira um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.

O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.

No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

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