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Proteção Civil garante que meios usados em novela eram de reserva

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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) garante que os meios mobilizados para as filmagens de uma novela, em Leiria, não foram retirados da resposta operacional e que não esteve em causa o socorro à população.

“Em nenhum momento esteve em causa o socorro à população, porquanto os meios mobilizados, na sua maioria, meios de apoio e não de combate direto, não foram retirados dos dispositivos de resposta operacional, sendo meios de reserva”, garante a ANEPC.

O esclarecimento da ANEPC surge na sequência de uma notícia do Jornal de Notícias com o título “Proteção Civil põe forte contingente a fazer novela da SIC”.

Segundo o Jornal de Notícias, todas as corporações de bombeiros de Leiria, o INEM, os militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), os “canarinhos” da Força Especial de Bombeiros (FEB) e SIRESP receberam ordens para rumarem às filmagens para recriar os incêndios de outubro de 2017 que provocaram a destruição quase total do Pinhal de Leiria e nos quais morreram 49 pessoas.

Em comunicado a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil garante ainda que “em caso de acionamento de algum tipo de alerta preventivo, ou em caso de ocorrência real, os meios seriam obviamente desmobilizados e a participação em causa automaticamente cancelada, pressupostos estes acordados previamente com a produtora”.

Atualidade

Subiu para 13 o número de pessoas infetadas no hospital de S. José

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Hospital Saúde Médico

O surto de covid-19 no hospital de S. José, em Lisboa, atingiu mais uma pessoa, sendo agora 13 aqueles que testaram positivo à doença, segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Um funcionário de limpeza do hospital teve também um teste positivo à Covid-19, juntando-se aos sete doentes, quatro enfermeiros e um assistente operacional, que já eram conhecidos.

Os sete doentes infetados, que foram transferidos para o hospital Curry Cabral, vão repetir o teste dentro de oito dias, adiantou a mesma fonte.

Na sequência deste surto, que teve início na quarta-feira, foram realizados 109 testes aos profissionais do hospital, aguardando-se o resultado de 15 resultados.

 Na quinta-feira, a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Rosa Valente de Matos, disse, em conferência de imprensa, que foram ativados todos os procedimentos no hospital e que não há motivo para alarme.

“O Hospital de São José tem tomado e continuará a tomar todas as medidas de segurança para que os doentes possam vir com segurança ao hospital, ao nosso serviço de urgência e às nossas consultas externas”, disse Rosa Valente de Matos, num discurso em que tentou “acalmar a tranquilizar as pessoas”.

Na quarta-feira de manhã, um doente internado no serviço de cirurgia começou a apresentar sinais clínicos de possível infeção de sars-cov2, acabando por testar positivo.

Na mesma conferência de imprensa, João Varandas Fernandes, da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, sublinhou que foram cumpridas todas as normas de segurança, tanto do ponto de vista médico como clínico, e que não há perigo.

“Podem vir aos nossos serviços de urgência e consultas, que continuamos atentos e a trabalhar as horas que forem necessárias”, disse.

Os últimos dados conhecidos da Direção-Geral da Saúde, morreram 1.644 doentes infetados com Covid num total 45.277 casos conhecidos.

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