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Proteção Civil abre inquérito sobre queda de helicóptero em Coimbra

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Emergência Ambulância

A Proteção Civil vai abrir um inquérito para apurar as causas da queda de um helicóptero do dispositivo especial de combate a incêndios quando descolava do Centro de Meios Aéreos na Pampilhosa da Serra, Coimbra.

Fonte da Proteção Civil disse à Lusa que o helicóptero, que transportava cinco elementos do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), um dos quais sofreu ferimentos ligeiros, caiu ao descolar do Centro de Meios Aéreos.

Anteriormente uma fonte da Proteção Civil tinha dito à Lusa que o acidente ocorreu no aeródromo da Pampilhosa da Serra.

A mesma fonte precisou que o alerta foi dado às 10:50.

Segundo a página da Proteção Civil, para o local foram mobilizados 17 operacionais e sete viaturas.

O helicóptero acidentado sofreu “danos materiais significativos” e vai ser “substituído nas próximas duas horas”, indicou a Proteção Civil, referindo que este meio aéreo foi mobilizado para o combate a um incêndio no concelho de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.

O acidente vai ser investigado pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF).

Com este acidente, contabilizam-se pelo menos quatro desastres com helicópteros de combate a incêndios durante este ano, depois de se terem registado situações em Tomar, distrito de Santarém (Castelo do Bode), na barragem do Beliche, no Algarve, e no Sabugal, distrito da Guarda.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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